Mais investimento em inovação em SC
Apesar da crise econômica, a indústria catarinense vai ampliar os investimentos em inovação. ? o que mostra uma pesquisa da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), divulgada hoje à tarde. Das 72 empresas ouvidas, 81% pretendem aumentar o orçamento nesta área. Quem vai segurar os investimentos justificou a decisão citando a crise, problemas de caixa e a oportunidade de trabalhar com produtos normais de linha. A pesquisa permite traçar um perfil das indústrias mais inovadoras do Estado. O segmentos em que os novos produtos tiveram mais peso nas vendas nos últimos três anos foram os de vestuário, têxteis, máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Possuem área de P&D ou grupo para gerir a inovação e aplicam entre 1 e 2,9% do faturamento com este fim. e os principais resultados esperados com os investimentos são aumento da lucratividade e ampliação da participação na mercado nacional. Das empresas ouvidas, 77% das já investem em inovação, 63% com recursos próprios. A principal área contemplada é a de produtos. Os industriais destacaram ainda que aquisição de máquinas, equipamentos, infra-estrutura interna (laboratórios, prototipagem) e P&D são elementos ido processo com alto impacto nos negócios. A pesquisa também mostra que o principal resultado esperado com a realização da inovação é o aumento da lucratividade. Em segundo lugar aparece o aumento da participação da empresa no mercado nacional. “As indústrias estão investindo cada vez mais porque perceberam que a inovação aliada à gestão tornou-se um diferencial que oferece competitividade, melhora a produtividade e a qualidade dos produtos, além de reduzir custos e aumentar a participação das empresas no mercado internacional”. Alcantaro Corrêa, presidente do Sistema Fiesc A sondagem foi feita com indústrias de 15 segmentos diferentes. Em relação ao porte, 13% eram pequenas, 45% médias e 42% grandes. Apesar da crise econômica, a indústria catarinense vai ampliar os investimentos em inovação. ? o que mostra uma pesquisa da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), divulgada nesta segunda. Das 72 empresas ouvidas, 81% pretendem aumentar o orçamento nesta área. Quem vai segurar os investimentos justificou a decisão citando, principalmente, a crise, problemas de caixa e a oportunidade de trabalhar com produtos normais de linha. A pesquisa permite traçar um perfil das indústrias mais inovadoras do Estado. Elas possuem área de P&D ou grupo para gerir a inovação e aplicam entre 1 e 2,9% do faturamento para este fim. Entre os principais resultados esperados estão o aumento da lucratividade e a ampliação da participação na mercado nacional. O segmentos em que os novos produtos tiveram mais peso nas vendas nos últimos três anos foram os de vestuário, têxteis, máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Das empresas ouvidas, 77% das já investem em inovação, 63% com recursos próprios. A principal área contemplada é a de produtos. Os industriais destacaram ainda a aquisição de máquinas, equipamentos, infra-estrutura interna (laboratórios, prototipagem) e P&D como fatores com alto impacto nos negócios. As indústrias estão investindo cada vez mais porque perceberam que a inovação aliada à gestão tornou-se um diferencial que oferece competitividade, melhora a produtividade e a qualidade dos produtos, além de reduzir custos e aumentar a participação das empresas no mercado internacional. Alcantaro Corrêa, presidente do Sistema Fiesc A sondagem foi feita com indústrias de 15 segmentos diferentes. Em relação ao porte, 13% eram pequenas, 45% médias e 42% grandes. Com informações da assessoria de...
Leia MaisKommbo Express discute criatividade digital
Aconteceu nesta quinta no Kombo Express, evento organizado pela Zerotrack Inteligência Digital na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. O evento reuniu mais de 200 pessoas, entre designers, publicitários, jornalistas e profissionais que trabalham com web em toda Santa Catarina. Foram duas palestras rápidas sobre criatividade digital – como ela pode ser construída ou desconstruída. O objetivo do Kommbo, que chegou a sua quarta edição, é discutir o que há de mais recente em comunicação, web, novos meios e tendências, e também ser espaço para troca de ideias e relacionamento com os produtores de conteúdos de novas mídias. Tiago Jaime Machado, diretor de Criação da Zerotrack, falou sobre “Construindo o digital”, abordou os principais conceitos relacionados ao meio digital e a forma que eles estão sendo trabalhados atualmente. Machado atua há dez anos no mercado de comunicação digital. O argentino Alberto Lung, antropólogo da TWR Americas, blogueiro e pesquisador de tendências e comportamentos juvenis na América Latina, abordou a outra face do digital, na palestra “Descontruindo o digital”. Lung trouxe algumas tendências que tem sido praticadas nas terras dos hermanos. O TI Santa Catarina contribuiu abrindo um Coveritlive aqui no blog, indexando todas os posts publicados no Twitter que abordavam a hashtag #kommbo. O colega José Vitor Lopes, do blog Direito Digital, fez um streaming ao vivo via celular do evento pelo Qik, onde podem ser vistas as palestras de Machado e Lung. Lopes também publicou fotos em seu Flickr. Cobertura Kommbo...
Leia MaisBlusoft assume conselho de entidades
O presidente do Blusoft – Blumenau Pólo de Informática -, Jeziel Montanha, assumiu na última semana a presidência do Conselho de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina (CETIC-SC). O Conselho é o fórum de instituições empresariais que se uniram em busca de maior representatividade política do setor tecnológico no Estado, uma das mais novas economias em crescimento. Além disso, o conselho tem como objetivo ser um espaço de debate de questões de interesse comum a seus membros. No total, são 12 entidades que compõem o grupo: ACATE, SUCESU-SC, ASSESPRO-SC, CDI-SC, ABRADi-SC, Camara-e.net Santa Catarina e SEPROSC com atuação estadual, SEPIJ, Seinflo, Softville, Blusoft, como entidades locais e a Fundação CERTI, como instituição de pesquisa e responsável pela incubadora Celta. Entre as ações prioritárias da nova gestão de Montanha, que será de um ano, estão: Planejamento e execução do APL de Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina, dando continuidade ao PLATIC, plataforma que garantiu acesso a programas de capacitação, certificação, melhoria de processos, dentro do objetivo de ampliar a competitividade das empresas. Participar e interagir nas solicitações e decisões do Congresso Nacional, por meio das entidades com atuação nacional, como Assespro, Fenainfo e SUCESU. Aproximar o setor tecnológico do Governo Estadual, nas suas mais diferentes esferas. Viabilizar e ampliar projetos de formação de mão de obra qualificada, como o Planseq, desenvolvido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, para formação de mão de obra, e uma parceria com o SINE, para formar jovens pro setor. Ampliar a união das entidades representativas. Jeziel Montanha é diretor de Operações da Edusoft, empresa de Blumenau especializada no desenvolvimento de soluções de gestão para instituições de ensino. Além disso, é vice-presidente de Operações da Assespro-SC. A presidência do CETIC-SC fica a cargo do presidente de uma das entidades que compõem o conselho. As gestões são de um ano, podendo ser renovadas por mais um. Já ocuparam o cargo Heitor Blum S.Thiago, então presidente da SUCESU-SC, e Alexandre d’Avila da Cunha, quando ocupava a presidência da...
Leia MaisTecnologia para gestão de clubes e associações
Se você tem uma necessidade de informatização para o seu negócio, Santa Catarina tem a solução. Esta máxima costuma ser reproduzida por líderes empresariais do segmento de tecnologia do Estado para caracterizar a diversidade de empresas de softwares e hardware que aqui encontramos. A seção Made in SC do TI Santa Catarina está buscando e relatando alguns destes cases empresariais. A de hoje descobri casualmente, ao pagar a mensalidade da academia de natação que freqüento. Por gostar de tecnologia, procuro sempre conhecer os sistemas que as empresas acabam adotando. Vi que eles usavam uma solução personalizada e no comprovante de pagamento vinha a assinatura: Bluware Informática. Depois de uma simples busca no Google achei o site deles: referência nacional de software para gestão de clubes e controle de acesso. O próprio nome evidencia – a Bluware foi fundada em 1988 na cidade de Blumenau. A empresa, criada por um casal de sócios, já nasceu com o intuito de desenvolver um produto para um mercado específico. Ele, Eduardo Schadrack, engenheiro civil, trabalhava em uma incorporadora, cujo diretor era presidente de um tradicional clube de Blumenau. Sabendo que a mulher de Eduardo, Patrícia, era analista de sistemas, o presidente do clube solicitou que ela desenvolvesse uma solução para gestão da instituição. Assim nascia a Bluware – com a saída de Eduardo da incorporadora e o lançamento ao mercado de uma solução para gestão de clubes e associações atléticas. Inicialmente o sistema foi adotado por diversos clientes da região de Blumenau, mas rapidamente os sócios identificaram que a sobrevivência da empresa viria da ampliação para atuação nacional, devido ao nicho que optaram atender. Em todo o país, do Pará ao Rio Grande do Sul, já são cerca de 100 clubes e associações usuárias do software da Bluware, chamado de Elite Clube. Entres o Paula Ramos Esporte Clube, de Florianópolis, e o Capri Iate Clube, de São Francisco do Sul, em destaque nas fotos. São desde clientes pequenos, com menos de 100 associados, até grandes, que chegam a ter mais de 5 mil sócios. O sistema se adequa às principais necessidades de seus usuários, permitindo o cadastro completo de sócios e controle de suas atividades, por exemplo. Além disso, o software suporta todo o controle financeiro da organização, geração de carteirinhas com código de barras, registro de patrimônio, controle de compras e até reserva das instalações de um clube, como quadras esportivas, salões de festas, dentre outros. A empresa optou por modular seus sistemas, atendendo desde pequenos clubes, até maiores, estruturados, com serviços diferenciados. O controle de consumo para bares, lojas e restaurantes dos clubes é um deles. A gestão de embarcações em iates clubes, por exemplo, foi outro sistema desenvolvido. Fundada numa época que a internet ainda não estava tão difundida, a empresa investiu recentemente no desenvolvimento de uma interface web em que os associados podem consultar e alterar dados pessoais, reservar dependências, consultar contas a pagar e emitir boletos de cobrança. Atualmente, estamos seguros em declarar que não existe no mercado nacional uma solução tão abrangente quanto a nossa e que também somos a empresa, deste segmento, que possui a maior abrangência geográfica. Temos um enorme potencial de crescimento, especialmente em função de nossa experiência e referências. O que precisamos agora é apenas alavancar mais recursos financeiros para podermos nos firmar...
Leia MaisFapesc espera investir R$ 50 milhões em 2009
A Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina (Fapesc) planeja fechar o ano de 2009 com investimentos de R$ 50 milhões em projetos na área de ciência, tecnologia e inovação. Em reunião do conselho superior da Fundação, realizada na última sexta-feira, dia 3, as universidades, centros de pesquisa e órgãos de governo foram estimulados a agilizar o encaminhamento e a execução dos projetos. O objetivo é trabalhar para que o setor se aproxime da meta de aplicar 2% da arrecadação estadual em CT&I ? índice aprovado no ano passado pela Assembléia Legislativa, contemplando a Fapesc e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Estado (Epagri). Os extraordinários avanços institucionais alcançados no primeiro semestre deste ano foram importantes para atingir esets objetivos. Entre eles aparecem a regulamentação da Lei Catarinense da Inovação (decreto 2.060) e a adoção de medidas que deram maior agilidade operacional ao desenvolvimento de projetos de pesquisa, cujos reflexos serão sentidos nos próximos anos. A liberação de recursos diretamente aos pesquisadores, com o aval das instituições às quais pertencem, também confere mais agilidade à produção científica. Antônio Diomário de Queiroz, presidente da Fapesc Entre os projetos de destaque em andamento estão o Sinapse da Inovação, o apoio a iniciativas do Instituto Heliópolis e o programa InovaSC. O primeiro deles apoia não apenas a inovação, mas o empreendedorismo. Atualmente, segundo a FAPESC, existe uma grande demanda pela expansão de incubadoras e muitos jovens empresários com boas idéias tentando se aproximar da academia. Estão ainda em execução programas de grande impacto que podem mudar a relação da sociedade e da indústria com o meio ambiente, como o da Rede Aqüífero Guarani/Serra Geral e o do Grupo de Prevenção de Catástrofes, que tem a coordenação do professor Diomário Queiroz. Entre outros, o governo do Estado, por meio da Fapesc, vem aplicando recursos em projetos voltados para a expansão e a melhoria da maricultura catarinense, o desenvolvimento da vitivinicultura, o tratamento de dejetos agroindustriais, a valorização do carvão mineral, a expansão da ovinocultura de leite, o plantio de oliveiras, a produção de biodiesel e o tratamento do lodo de esgoto. A Fapesc é uma das principais apoiadoras de diversas incubadoras de empresas de base tecnológicas em Santa Catarina. Há recursos destinados para o reforço de 39 incubadoras empresariais e os parques tecnológicos distribuídos pelo Estado. Orçamento Por lei, o Estado teria condições de aplicar R$ 85 milhões anuais na área de ciência, tecnologia e inovação, porém somente R$ 50 milhões ser aportados. Em 2008, considerado o melhor período da história do setor, a fundação injetou R$ 45 milhões na área de CT&I em todas as regiões catarinenses. Hoje, a Fapesc tem R$ 20 milhões em caixa para aplicar em ciência e tecnologia, mas muitas liberações dependem de contrapartidas emperradas, muitas vezes, pela burocracia dos órgãos públicos estaduais e federais. Com informações da AGECOM/UFSC e...
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