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WTC Joinville: líderes debatem transformações da TI na indústria
set30

WTC Joinville: líderes debatem transformações da TI na indústria

Presidente da Cisco no Brasil apresenta a empresários de SC e PR oportunidades da Internet das Coisas Uma grande empresa hoje deve ser, antes de tudo, uma empresa de tecnologia que atua em um nicho específico. O recado é do presidente da Cisco Systems no Brasil, Rodrigo Dienstmann, um dos convidados da 8a. reunião do Conselho Consultivo do WTC Joinville, que reuniu cerca de 50 empresários e CEOs de empresas de Santa Catarina e do Paraná, no dia 29 de setembro, em Joinville. Alguns dos fenômenos da economia contemporânea – como o Uber, que tem engolido o tradicional serviço de táxi – tendem a crescer exponencialmente a partir de uma série de tecnologias, especialmente, com aparelhos e máquinas conectadas: a Internet de Todas as Coisas. De acordo com a Cisco, 50 bilhões de dispositivos estarão conectados pelo planeta até o ano de 2020. Na avaliação de Diego Brites Ramos, diretor geral da Teltec Solutions, empresa de Florianópolis parceira da Cisco e patrocinadora do evento em Joinville, o cenário já vem forçando as empresas a se transformarem digitalmente. E se fábricas, empresas e trabalhadores estão conectados, há um horizonte para o aumento de produtividade. A maior oportunidade está nos setores de manufatura, finanças e healthcare. O valor da internet das coisas vem da conectividade de informação, processos e aparelhos. Esta tecnologia multiplica exponencialmente o volume de informações circulando. E isso vai explodir, pois hoje apenas 1% das coisas estão efetivamente conectadas Rodrigo Dienstmann, presidente da Cisco Systems Brasil.   Segundo Dienstmann, a Internet das Coisas pode otimizar nos próximos anos um volume de US$ 14,4 trilhões em receita e lucratividade para as empresas, sendo: US$ 2,5 trilhões em utilização/racionalização dos ativos das empresas; US$ 2,5 trilhões em produtividade do trabalhador; US$ 2,7 trilhões em logística/supply chain; US$ 3 trilhões em inovação e outros US$ 3,7 trilhões em UX (experiência do usuário). O debate incluiu também como o desenvolvimento de arquiteturas de sistemas podem dar suporte à internet das coisas, com palestras de Mauricio Afonso, diretor da  Rockwell Automation (também parceira da Cisco no segmento de architeture IT) e de Marcos Casado, diretor de TI da Embraco, multinacional brasileira que obteve uma economia de R$ 1,8 milhão a partir da implantação de ferramentas tecnológicas nas operações da...

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Missão 2015 StartupSC ao Vale do Silício
set25
Sinal “amarelo” para empresas que coletam dados dos usuários de internet
set24

Sinal “amarelo” para empresas que coletam dados dos usuários de internet

Por João Paulo de Melo Filippin* No atual estágio da evolução do mundo digital, é inegável que a informação é um bem intangível de extrema valia, capaz de fazer multiplicar resultados econômicos e financeiros de qualquer empresa ou profissional que souber como bem utilizá-la. Ao nosso redor não faltam exemplos de que com estrutura, organização e inteligência na utilização de banco de dados conseguem-se resultados excelentes nos negócios. A navegação numa loja virtual, a opinião numa rede social, ou mesmo a data de aniversário evidenciam informações importantíssimas a respeito dos desejos e das necessidades dos usuários. E é de importância ímpar para o e-commerce, para o fornecedor de plataforma ou para o stakeholder encarregado da assessoria de marketing, ou ainda para aplicativos que dependam da coleta de dados dos usuários. Ocorre que a captação de dados pessoais dos usuários da internet é ainda um assunto sensível e complexo, juridicamente analisado. Isso porque não se tem bem definido nos detalhes o modo e os limites para realização desta ação invasiva à esfera pessoal de determinada pessoa. O Marco Civil da Internet já trouxe limitação à coleta de informações de dados pessoais dos usuários, pois, ainda que de forma genérica, assegurou a necessidade de consentimento do usuário a respeito da utilização dos seus dados pessoais. Mas o governo brasileiro quer ir além, pretende criar uma lei específica para o assunto. A proposta inicial desta lei contém algumas disposições que, se não forem modificadas, por certo causarão drástico prejuízo, primeiro, aos lojistas atuantes no e-commerce e, segundo, às empresas de tecnologia fornecedoras de soluções para o comércio eletrônico. A primeira observação diz respeito ao (i) conceito do que seriam considerados dados pessoais. Pois de acordo com a proposta do governo, seria considerada pessoal toda a informação relacionada a uma pessoa identificada ou identificável, inclusive dados localizadores e o IP de uma máquina. A segunda ressalva refere-se à forma do (ii) consentimento do usuário para a coleta e tratamento dos seus dados. Segundo a proposta de lei, este consentimento deverá ser livre, expresso e específico. É um ato extremo exigir que a utilização e a coleta de todo e qualquer dado do usuário (do nome completo à análise do seu comportamento público na internet) dependa de autorização expressa, específica e escrita.  Pode-se chegar a uma situação de completa inviabilidade de algumas soluções tecnológicas, em especial aquelas que se baseiam em inteligência artificial para relacionar produtos versus comportamento/interesse do usuário. A BSA/The Software Alliance tem se manifestado radicalmente contra. Afirmou em relatório enviado ao Ministério da Justiça do Brasil que “no mundo de hoje, uma grande quantidade de informações é criada através das interações com aparelhos conectados à internet e o consentimento expresso não é apropriado em todos os casos”. E conclui ainda que o Brasil pode não se beneficiar dos avanços da tecnologia baseada em processamento de dados. Um sinal amarelo se acendeu para muitas empresas de tecnologia que trabalham com coleta e tratamento de dados de usuários da internet. Pois se a lei de proteção de dados for aprovada da forma inicialmente sugerida pelo governo, muitas empresas haverão de readequar o seu modo de atuação, modificar o seu core business ou, em última análise, concluir pela inviabilidade do próprio negócio. Mais do que nunca, a forte presença das entidades representativas do setor se...

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Startups de SC são selecionadas para apresentação a investidores no Vale do Silício
set23

Startups de SC são selecionadas para apresentação a investidores no Vale do Silício

ATAR, de Timbó, e Smarket, de Florianópolis, foram treinadas pela +Innovators e Apex e participam de missão empresarial promovida pelo programa StartupSC, do Sebrae Santa Catarina Vinte empresas de cinco estados brasileiros participaram no último domingo (20.09), na sede do Google em Mountain View (CA), de um treinamento preparatório para apresentação dos seus negócios a investidores do Vale do Silício na próxima sexta-feira, dia 25. Oito delas foram selecionadas para a etapa final de apresentação, sendo duas catarinenses: a ATAR, de Timbó, e a Smarket, de Florianópolis. A iniciativa é da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com a liderança da +Innovators, que desenvolve programas e eventos de capacitação e conexão de negócios inovadoras. As startups aprimoraram ao longo dia dia seus pitches em inglês para uma banca formada por especialistas em modelos de negócios e apresentações para investimentos. As participantes catarinenses integram uma missão empresarial ao Vale do Silício de mais de 50 empresas promovida pelo Sebrae Nacional com o apoio das regionais dos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, além do Distrito Federal. As empresas participam de uma série de eventos ao longo da semana na região da Baía de San Francisco, sendo o principal o TechCrunch Disrupt SF 2015, uma das principais conferências de startups do mundo. Vários eventos paralelos estão previstos, com organização de entidades como a ABVCAP e a BayBrazil, além de visitas a empresas como Zendesk, Uber, Udemy, entre outras. Apresentações afiadas Das 50 empresas integrantes da missão do Sebrae Nacional, 20 foram selecionadas previamente e receberam mentorias online para participarem da capacitação neste domingo. Oito delas terão a oportunidade de estarem frente a frente com investidores e apresentarem seus negócios durante o evento “Brazil in the 21st Century”, conferência anual organizada pela BayBrazil, entidade que conecta empreendedores brasileiros com o ecossistema inovador do Vale. Entre os critérios da seleção, segundo os representantes da +Innovators e Apex, estiveram a capacidade de comunicação ao longo da apresentação, modelo de negócio, diversidade de iniciativas e distribuição geográfica no Brasil. Elas terão oportunidade de durante o evento da BayBrazil fazer uma apresentação, em inglês, ao estilo “elevator pitch”, com duração de apenas um minuto. Conheças as duas empresas catarinenses selecionadas: ATAR: Desenvolve tecnologias vestíveis (wearable technology) que sejam tão fáceis e intuitivas de usar que se tornam uma extensão do seu corpo. (http://www.atartech.com.br) Smarket: Software que permite aos varejistas organizarem o processo de criação de ofertas e avaliarem o resultado de suas ações. (www.smarket.com.br) Mais informações sobre o evento Brazil in the 21st Century, no próximo dia 25 de setembro, sexta, podem ser encontradas no endereço...

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eCentry leva plataforma focada em automação para o TechCrunch 2015
set23

eCentry leva plataforma focada em automação para o TechCrunch 2015

Maildocker, solução desenvolvida pela empresa, foi um dos destaques do Startup Battlefield A eCentry, empresa de Florianópolis especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para gestão de relacionamento digital, marcou presença na edição 2015 do TechCrunch Disrupt, maior evento global de startups, que encerra nesta quarta (23), em San Francisco (EUA). O Maildocker, nova plataforma desenvolvida pela empresa, foi uma das soluções apresentadas no Startup Battlefield, espaço onde as startups mostram suas inovações perante um júri composto por nomes reconhecidos  da TI e do empreendedorismo no Vale do Silício. O Maildocker faz o tracking de eventos em tempo real e automatiza as ações a partir dos eventos gerados. Segundo Stamatios Stamou Junior, CEO da eCentry, com a plataforma é possível automatizar atividades para recuperar carrinho abandonado no e-commerce, rastrear o download de um e-book e enviar e-mails personalizados, por exemplo. Atualmente, a empresa está sediada em Florianópolis (SC), com filiais em Buenos Aires (Argentina) e Madrid (Espanha), e usuários em mais de 80 países. Estar entre centenas de empresas criativas que respiram inovação e importantes figuras do cenário de tecnologia e empreendedorismo do Vale do Silício foi uma experiência única. O objetivo era colher feedback sobre o que estamos desenvolvendo. Vou voltar com uma visão diferente de negócios. Stamatios Stamou Junior, CEO da eCentry.    ...

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