Marketing digital para empresas de tecnologia
por Eric Santos Sempre foi uma crítica aos empreendedores de tecnologia, especialmente aqui em Santa Catarina, saber fazer produtos de ótima qualidade técnica mas não saber como vendê-los de forma eficiente e em escala. Durante muitos anos o grande culpado disso era o investimento insuficiente em Marketing. Os gestores – em geral mais analíticos e pragmáticos – não acreditavam que gastos com propaganda orientada para criação e fortalecimento da marca pudesse trazer resultados de negócio dentro de um prazo razoável. Parte disso era e continua sendo bastante justificável. As ofertas de publicidade que as agências e os veículos de mídia sempre tentaram vender são muito vinculadas a cases e exemplos de ações de Marketing para grandes marcas, que além de disporem de uma verba enorme para publicidade, em geral são empresas B2C de massa. Enquanto isso, a realidade das empresas de tecnologia, B2B em sua maioria e com orçamento limitado, é bastante diferente. De um lado a verba reduzida impõe a necessidade de um retorno concreto sobre cada ação executada. Do outro, o processo de venda B2B é complexo, tem um ciclo de venda bem mais longo e exige que o vendedor estabeleça uma posição de autoridade e credibilidade perante o cliente sobre o tema do seu negócio. Isso originou na criação de uma maneira diferente de fazer Marketing e Vendas B2B, que veio de fora do Brasil e aos poucos foi sendo absorvida pelas empresas de tecnologia daqui. A “receita de bolo” era clara: do lado do Marketing, buscava-se gerar demanda principalmente através compra de mídia em veículos especializados, ações de assessoria de imprensa e investimento na participação em eventos do setor (stands, palestras, patrocínio, etc.). Já no lado de Vendas, os representantes comerciais se esforçavam para prospectar e qualificar potenciais clientes através de diversas fontes (maioria delas externas à empresa), e depois buscavam conduzir o processo de venda provendo informações apenas favoráveis e tentando empurrar o cliente para uma tomada de decisão mais rápida. No entanto, a Internet modificou esse cenário radicalmente. O processo de compra hoje começa com o próprio cliente, que tem acesso a infinitas fontes de informação e conhecimento sobre o seu mercado. Depois de reconhecer o problema, o cliente pesquisa por possíveis soluções e utiliza diferentes indicadores – cada vez mais sociais (avaliações e recomendações) – para escolher um fornecedor. Só então, munido de informações suficientes, procede com o processo de compra, buscando apoio quando (e se) necessário de um “facilitador” do outro lado. Vale ressaltar que essa pesquisa de alternativas acontece mesmo quando é uma boa abordagem de prospecção de um vendedor que desperta no cliente o conhecimento do problema e a vontade de solucioná-lo. Neste cenário, cabe à área de Marketing estimular o reconhecimento do problema por parte do público-alvo, garantir que a empresa seja encontrada e bem avaliada quando o cliente procura pela solução, e principalmente cada vez mais gerar Leads qualificados (perfil e intenção de compra) para a área comercial. Isso torna o Marketing Digital um pouco mais complexo, mas ao mesmo tempo muito mais poderoso. Algumas das principais vantagens do Marketing Digital: ? altamente mensurável: é possível saber de forma precisa qual a efetividade de cada ação e canal, muitas vezes com um grau de detalhe muito impressionante, como por exemplo, qual foi a contribuição de uma keyword...
Leia MaisACATE elege nova diretoria com gestão até 2014
Uma assembleia geral entre os associados da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), elegeu a nova diretoria da entidade. O pleito contou com apenas uma chapa inscrita, eleita no dia 23 de abril pelos empresários presentes no auditório Ático do Condomínio Industrial da Informática. A entidade, que conta hoje com cerca de 300 associados em todo o Estado, será presidida por Guilherme Stark Bernard (sócio da Reason), ao lado de Everton Gubert (sócio da Agriness), vice-presidente. Eles liderarão a entidade, entre 2012 e 2014, que terá Daniel dos Santos Leipnitz no cargo de diretor financeiro. O conselho fiscal terá como membros efetivos, os empresários Moacir Antonio Marafon, Rui Luiz Gonçalves e Alexandre D’Ávila da Cunha. Norberto Dias e Fernando Schaufert Portela são suplentes. Temos intenção de dar continuidade ao projeto da diretoria atual e ampliar ainda mais a aproximação com lideranças governamentais. O setor de tecnologia catarinense está em franco crescimento, o que fica evidente no número de empresas nascentes, crescimento no faturamento anual e no reconhecimento que ele vem recebendo em nível nacional e internacional. A ACATE, como instituição representativa, realiza inúmeras ações para garantir o pleno desenvolvimento do setor. Segundo ele, a cada ano, a Associação ganha maior representatividade em todas as esferas da sociedade, o que demonstra a qualidade do trabalho desempenhado e seu compromisso com o setor. Nos próximos dois anos, vamos trabalhar para garantir ainda mais reconhecimento e espaço em debates públicos, frente ao empresariado, na promoção e incentivo de projetos inovadores, na geração de novos negócios e na maior aproximação com as esferas governamentais. Guilherme Bernard, diretor da Reason e presidente eleito da ACATE O apoio concedido pelos associados à eleição da chapa única é motivo do orgulho e reflexo da credibilidade e liderança que a nova diretoria tem junto aos empresários do setor. O Guilherme e o Everton já desempenham um importante papel de líderes dos interesses do empresariado frente as verticais ACATE Energia e Agronegócio. Tenho certeza, que frente à ACATE irão promover ações que contribuirão para o crescimento de todos os associados, tornando a instituição mais forte e promovendo um amadurecimento na gestão. Rui Luiz Gonçalves, presidente da AltoQi e da ACATE A cerimônia de posse ocorrerá no dia 18 de junho, quando o então presidente da ACATE, Rui Luiz Gonçalves, passará o cargo para o...
Leia MaisJovens discutem empreendedorismo e inovação em evento da AIESEC
A AIESEC Florianópolis organiza pela segunda vez na cidade o Fórum Youth to Business, no auditório da reitoria da UFSC, no próximo dia 12 de maio. O evento tem como objetivo promover a discussão sobre empreendedorismo, inovação e responsabilidade social entre jovens e empresas. Nessa edição, com o tema “eureka 2.0: quanto vale uma ideia hoje?”, os participantes terão a oportunidade de trocar experiências com nomes de peso das mais diversas áreas sobre como gerar ideias, tirá-las do papel e transformá-las em empreendimento – seja um negócio, um projeto pessoal ou um bem para a sociedade. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site. Mais informações sobre o evento podem ser acompanhadas pela fan page do evento no...
Leia MaisSeminário VMware vSphere, da LinuxClass
A LinuxClass promove o seminário de VMware vSphere Enterprise 5 nos dias 14, 15 e 16 de Maio em Florianópolis. O curso é rápido e prático e transfere aos participantes a fundamentação para desenho e implementação de projetos de Virtualização/Cloud de infra-estrutura utilizando o produto VMware ESXi e vCenter Server (vSphere Enterprise 5). Informações no site.
Leia MaisDígitro unifica rede de telecomunicações da Petroperu
A Dígitro Tecnologia, tradicional desenvolvedora brasileira de soluções de Inteligência, Tecnologia da Informação e Telecomunicações, está concluindo no Peru a maior implantação de plataformas de telefonia com tecnologia híbrida (IP, satélite e telefonia convencional) já realizada naquele País. O contrato é também o maior já levado a termo pela Dígitro fora do território brasileiro e está sendo realizado em parceria com a empresa peruana Realta System, uma das líderes no país em integração de redes. A conquista da operação pela Dígitro deu-se em licitação internacional, ocorrida em 2010, e da qual participaram alguns dos maiores players mundiais no segmento de telefonia e redes. O projeto foi contratado pela Petróleos do Peru SA (Petroperu) e está viabilizando a integração de 19 unidades remotas da petrolífera, dispersas no território peruano, algumas delas a milhares de quilômetros de distância da sede da companhia em Lima. Entre os pontos integrados estão diversas plantas de prospecção e plataformas de exploração localizadas em pleno interior da selva amazônica. Com a nova estrutura da Dígitro, a Petroperú passa a contar com uma plataforma unificada para a comunicação de voz e ligação de redes corporativas, utilizando conexões de satélite, nos links de longa distância, e conexões via operadora nas regiões metropolitanas. Em todos os seus pontos de presença, a Petroperú passa a se beneficiar das vantagens da tecnologia IP, não só para comunicações de baixo custo do tipo VoIP, mas também em aplicações até então inéditas no Peru, como a de chamadas telefônicas com vídeo e a de conexões móveis de voz Wi-Fi para as comunicações internas da empresa. Mais de 2 mil aparelhos de telefonia IP Como base para as comunicações, a Dígitro está empregando 33 plataformas de PABX inteligente, de sua própria fabricação, que passam a suportar chamadas analógicas e digitais envolvendo cerca de 2,8 mil terminais telefônicos fixos e móveis. Incluem-se aí os terminais analógicos comuns e mais um lote de 2,2 mil aparelhos de telefonia IP também desenvolvidos e fabricados pela Dígitro com tecnologia própria, parte dos quais está apta a suportar as aplicações de vídeo-chamada que são de grande utilidade, por exemplo, nas comunicações de suporte técnico entre plataformas distantes e a sede da companhia. A completa integração da telefonia com a rede corporativa da empresa viabiliza a oferta de gerenciamento e suporte unificado dos serviços, eliminando estruturas redundantes e centros de custos paralelos. Além de garantir maior eficiência e diversificação de serviços de telefonia para as operações da Petroperú, o projeto desenvolvido pela Dígitro irá reduzir substancialmente as despesas de telecomunicações da petrolífera, através da exploração intensiva das conexões IP, tanto em ligações locais quanto nas comunicações distantes. As plataformas de PABX da Dígitro dispõem também de recursos automáticos para a roteirização de chamadas analógicas, com base nos custos mais baixos de cada operadora, e para o estabelecimento de políticas de tarifação interna dos ramais, visando eliminar o uso improdutivo da estrutura. Todos os serviços prestados pelas operadoras, bem como o tráfego de chamadas internas e externas da Petroperú passam a ser monitoradas, através de ferramentas de gestão constantes nas soluções da Dígitro, o que viabiliza à empresa administrar não só seus fluxos internos, mas também o cumprimentos dos contratos de SLA (acordos de nível de serviço) estabelecidos com as...
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