Automação da Justiça é tema de livro

Uma Justiça funcional, sem burocracia e ágil é o que esperam todos os cidadãos de um país. Para isso, a Tecnologia de Informação (TI) tem trabalhado junto ao Direito, levando o Brasil a conquistar mais eficiência na resolução de seus processos. Com base em experiências teóricas e práticas, principalmente com o SAJ – Sistema de Automação da Justiça -, desenvolvido pela catarinense Softplan/Poligraph, o profissional Alexandre Golin Krammes lança o livro Workflow em Processos Judiciais Eletrônicos (Editora LTr, São Paulo, 2010).

Desde outubro, as vendas já estão sendo realizadas pelo site da Editoria LTr e, em breve, o livro estará disponível também em livrarias. Alexandre é graduado em Direito e a publicação surgiu a partir de sua tese de mestrado em Engenharia e Gestão do Conhecimento.

O texto parte de um estudo teórico e conceitual de alguns princípios processuais e da ferramenta de workflow. Na sequência, apresenta o estado atual de integração entre a TI e o Direito para, enfim, abordar de que forma esta tecnologia específica pode auxiliar na tramitação dos processos judiciais.

Alexandre Golin Krammes, consultor do SAJ

O profissional atua há oito anos como consultor do SAJ na Softplan/Poligraph, que já tem o sistema implantado em oito tribunais de Justiça estaduais: Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo, considerado o maior tribunal do mundo. Estes representam, em conjunto, mais de 60% dos processos que tramitam na Justiça estadual brasileira.

Autor: Rodrigo Lóssio

Jornalista formado pela UFSC, especialista em Propaganda e Marketing pela UNIVALI, com MBA em Gestão de Negócios, Mercados e Projetos Interativos pelo I-Group. É sócio-diretor da Dialetto e editor executivo do blog TI Santa Catarina.

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