De Beverly Hills Catarinense a um possível Vale do Silício
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De Beverly Hills Catarinense a um possível Vale do Silício

Reportagens como a publicada no último domingo pelo jornal carioca O Globo (Os ‘sem-lancha’da cidade classe A) projetam a imagem de Florianópolis como um dos principais destinos turísticos do país, atraindo pessoas de todo o Brasil, bem como de outros países. Esta visibilidade da cidade como tal tem sido sistemática, mas que muitas vezes apresenta a nossa Ilha como uma cidade rica, sem diferenças sociais, superficial, de abastados esnobes (turistas ou não) que rasgam dinheiro em meio a uma baladinha à beira da piscina de um beach club qualquer. Quem vive aqui, ou mesmo quem visita Florianópolis, sabe que...

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Vale do Silício tupiniquim: multi-clusters e lideranças transformadoras

Terminamos hoje a série de posts Vale do Silício tupiniquim, que procurou debater neste espaço o presente e o futuro do polo tecnológico de Florianópolis tendo no horizonte a experiência americana vitoriosa do Sillicon Valley, na Califórnia. Foram 14 aspectos destacados por quem acompanhou de perto o desenvolvimento do polo tecnológico mais conhecido do mundo – William Miller, ex-reitor da Stanford University, que esteve em Florianópolis em novembro. Nos dois últimos itens da lista de Miller, Florianópolis está no caminho na busca de reinventar sua identidade como polo, a partir de clusters de mercado, com lideranças nas mais diversas...

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Vale do Silício tupiniquim: ambientes abertos e colaborativos

Um mundo sem fronteiras para o comércio e para prestação de serviços. A tecnologia talvez seja um dos negócios que mais se beneficiam com a globalização – ela mesmo contribui diretamente para que todas estas fronteiras caiam, já que a internet contribui ativamente nas relações de negócios entre os países. Nos dois aspectos de hoje, William F. Miller destaca como decisivo para a criação de um polo tecnológico de sucesso a existência de um ambiente de negócios abertos e que seja, ao mesmo tempo, colaborativo, integrador. Vamos a eles: 8) Ambiente de negócios aberto País desenvolvidos sempre foram reconhecidos...

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Vale do Silício tupiniquim: cultura inovadora e empreendedora

O cenário de negócios e o relacionamento entre governo, empresas, universidades e entidades interessadas no desenvolvimento tecnológico de suas regiões são algumas das principais diferenças quando se compara os Estados Unidos ao Brasil. Mas nenhum outro aspecto é tão gritante quanto o fator cultural. Aí as diferenças ainda são abissais. Nos próximos dois aspectos destacados por William F. Miller como fatores decisivos para a criação de um polo tecnológico aos moldes do Vale do Silício fica claro que é preciso uma mudança de mentalidade – não só dos empresários, mas da própria sociedade. 6) Clima favorável para o risco...

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Vale do Silício tupiniquim: flexibilidade das leis trabalhistas

Seguindo a série de aspectos que norteiam a criação de um polo tecnológico de sucesso, tendo como norte o Vale do Silício, hoje trazemos três pontos ligados a flexibilidade da legislação trabalhista brasileira. Este é um dos aspectos que mais prejudica o país no aspecto de concorrência com os grandes players de serviços de tecnologia no mundo. 3) Políticas trabalhistas favoráveis Países desenvolvidos como os Estados Unidos descobriram há décadas que precisam flexibilizar a relação de trabalho entre empresas e trabalhadores para garantir o crescimento. O governo americano pouco interfere no relacionamento entre empregados e empregadores. O próprio mercado...

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