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Minhocas, da Animaking, no Jornal da Globo
fev05

Minhocas, da Animaking, no Jornal da Globo

O primeiro longa-metragem brasileira em animação stop-motion está sendo produzido em Florianópolis e nesta quinta-feira foi destaque numa reportagem do Jornal da Globo, da TV Globo. ?Minhocas?? é um projeto cinematográfico da produtora ANIMAKING, com foco no público infantil, mas atraente e divertido para todas as idades. A empresa tem sede no Sapiens Parque, empreendimento voltado a inovação e convergência digital localizado no Norte da Ilha de Santa Catarina. Conta a história de júnior, um menino minhocas de 11 anos que está tentando se encontrar na turma do condomínio em que vive, e quando é escavado acidentalmente para o mundo extraterreno, vive uma série de aventuras em uma terra comandada por um terrível vilão megalomaníaco! ?Minhocas?? está sendo realizado em parceria com a Glaz Entretenimento e conta com a co-produção da Globo Filmes, FOX Filmes e da canadense Wizz Films. A iniciativa é uma importante vitrine para o setor tecnológico catarinense, já que a decisão da produtora se instalar na capital de Santa Catarina se deu principalmente pelo ambiente de inovação e tecnologia aqui encontrado, conforme afirmou o diretor Paolo Conti, na própria reportagem. Confira a reportagem, veiculada na coluna Conecte, do Jornal da...

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15º EDTED em Florianópolis

Anunciaram hoje o ciclo de encontros sobre design e tecnologia pessoal – 15º EDTED. A edição Florianópolis será no dia 19 de Junho, mais uma vez no Centrosul. Ano passado, o TISC fez cobertura especial do evento.

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Coreanos conhecem polo tecnológico de Florianópolis
fev02

Coreanos conhecem polo tecnológico de Florianópolis

Conhecer algumas empresas do polo tecnológico de Florianópolis com potencial de desenvolvimento de parcerias globais entre elas e empresas coreanas. Este foi o objetivo do encontro entre representantes da Câmara de Comércio e Indústria Brasil Coreia (CCIBK) e da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), na última semana. A comitiva coreana foi liderada pelo presidente da CCIBK, Hong Soon Kang, e pelo diretor de Relação Internacional, Jong Woo Sim, com o acompanhamento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), representada pelo gerente de Desenvolvimento de C&T&I, Alexandre de Sena. Algumas empresas associadas apresentaram suas soluções e projetos com interesse em estreitar parcerias e relacionamento com empresas coreanas. Foi o caso da Palmsoft, representado pelo diretor Dennis Kerr Coelho, e da NPU, por meio da diretora Maristela Paes Leme. Além disso, o grupo coreano conheceu três verticais de empresas de tecnologia que a ACATE está criando, com o objetivo de fomentar negócios em determinados setores. Norberto Dias, diretor da Cianet e da vertical de Telecomunicações, Iomani Engelmann, diretor da Pixeon e coordenador da Vertical de Saúde e Thiago Rodrigues, representante da Segware e da Vertical de Segurança Eletrônica, fizeram apresentações dos perfis das associadas e também de suas respectivas empresas. A diretora executiva da ACATE, Jamile Sabatini Marques, e o consultor de Internacionalização Ivan Boeing, apresentaram os objetivos da Associação e as recentes ações na formação de verticais de empresas e de internacionalização. Após as apresentações dos catarinenses, os coreanos demonstraram interesse em alguns segmentos apresentados pelas empresas. Além disso, apresentaram a intenção de formar um grupo de empresas brasileiras para uma missão a Coreia do Sul e China, para conhecer o mercado destes países e identificar potenciais parcerias. Há uma série de barreiras a serem transpostas para os negócios entre os dois países. O mercado brasileiro é de grande interesse para empresas coreanas – temos aqui empresas como a Samsung, Hyundai. Mas ainda temos algumas barreiras que tem dificultado, como o domínio dos idiomas, além da cultura, bastante distinta. Jong Woo Sim, diretor de Relação Internacional da CCIBK Atualmente, são 46 empresas coreanas no mercado brasileiro que chegaram ao país nos últimos dez anos. No geral, são grandes empresas como as citadas por Jong em sua apresentação. Ainda há dificuldades de atrair empresas de pequeno e médio porte para desenvolver parcerias com companhias brasileiras – a missão ao país oriental tem também o objetivo de aproximar estes grupos, pensando em negócios por meio de joint-ventures, contratos de importação e exportação, entre outras modalidades. O Governo do Estado de Santa Catarina está apoiando esta missão brasileira a Coreia do Sul, que deve acontecer em abril deste ano. Mais detalhes sobre como as empresas catarinenses podem participar serão apresentados nos próximos...

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Prêmio da Inovação em SC até dia 8

As inscrições para o Prêmio Prof. Caspar Erich Stemmer da Inovação em Santa Catarina, da FAPESC, estão abertas até o dia 8 de fevereiro, segunda-feira. Podem participar empresas inovadoras de todos os portes e áreas de atuação, instituições de C&T&I, instituições inovadoras e agentes protagonistas da inovação no Estado....

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O laser que cega nossos governantes
jan29

O laser que cega nossos governantes

Desde que criei o blog TI Santa Catarina, em maio do ano passado, nunca usei o espaço Editorial para tecer algumas opiniões minhas sobre o mercado de tecnologia catarinense. Penso sempre em cumprir o objetivo de valorizar as soluções que aqui desenvolvemos – intenção principal deste ambiente. Lendo uma reportagem desta quinta no Diário Catarinense feita pelo colega Renato Igor, que acompanha comitiva do governo catarinense pela Europa, me senti na obrigação de trazer esta discussão para cá. Na matéria, o repórter destaca iniciativa de um grupo italiano que atua no desenvolvimento de equipamentos com tecnologia laser em produzir no Brasil máquinas para a área da saúde. O equipamento da Cutlite do Brasil, que pertence ao Grupo El.En, é aplicado em cirurgias cardíacas, aplicação odontológica, estética e dermatológica. O atual governador catarinense, Luiz Henrique da Silveira, ex-ministro de C&T do Brasil, tem se destacado em seus sete anos de administração por suas viagens internacionais – muitas delas com o objetivo de atrair investimentos para o Estado. Nobre iniciativa, porém deve ser analisada sob uma outra ótica (a do laser). Quando o Grupo El.En resolveu se instalar no Brasil, mais especificamente em Blumenau, incentivado pelo governo, publiquei no meu blog pessoal um post que comentava a iniciativa. Santa Catarina tem um dos principais polos nacionais de empresas que atuam no desenvolvimento de equipamentos dotados da tecnologia laser. São empresas como Futurize, Range, Automatisa, Welle Laser, que desenvolvem máquinas de corte e gravação a laser para diversos segmentos de mercado, além de desenvolver projetos de equipamentos e consultorias nesta área, não só para o Brasil, como também para outros países. Sem conhecer este esforço empreendedor deste pequeno grupo de empresas, o governo catarinense resolve trazer para o Estado, inclusive com incentivos fiscais por meio de mecanismos como o PRODEC, um grupo para simplesmente concorrer com empresas catarinenses não só no mercado de atuação, como também na disputa por profissionais que atuam nesta área, muitos deles formados pelas próprias companhias do Estado. Além disso, incentiva a mera produção de máquinas cuja tecnologia e pesquisa, acredito, foram em grande parte realizadas em terras italianas. A instalação dos italianos em Blumenau para fabricação de máquinas de corte e gravação é estratégica, afinal, é no Vale do Itajaí que temos um grande polo têxtil, de expressão nacional. Este segmento tem utilizado o laser para corte de etiquetas, marcação em tecidos, dentre outras aplicações – mercado até então dominado por grande parte das nossas empresas. Pode-se dizer que nossas empresas ainda não atuam com equipamentos laser com aplicações na área da saúde. Mas certamente as catarinenses, já detentoras da tecnologia laser, se beneficiadas por editais públicos de fomento à pesquisa, facilmente poderiam atuar neste mercado, desenvolvendo inteligência local por meio de parcerias com instituições de referência como é a própria Universidade Federal de Santa Catarina. Outra alternativa seria o incentivo a criação de joint-ventures entre empresas nacionais e grupos internacionais, dotados de recursos para investimentos e interessados no mercado brasileiro. Esta seria uma solução para incentivar a indústria local – especialmente em tecnologias que o Estado ainda não domina e que sejam complementares as desenvolvidas aqui. Incentivar forasteiras a virem para cá, dando incentivos, é ser desleal com as catarinenses que nasceram, em grande parte, nas nossas incubadoras e de pesquisadores de nossas universidades. Que as...

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