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	<title>TI Santa Catarina &#187; Pesquisa</title>
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	<description>Tecnologia e Inovação em Santa Catarina</description>
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		<title>Projeto irá mapear carreiras do setor tecnológico catarinense</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 12:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 29 de julho, às 18h30, será lançado o projeto “Mapeamento de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina”. A ação é uma iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e da Prefeitura de Florianópolis (PMF), por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/mapeamento.jpg" alt="" title="Mapeamento. Crédito: Divulgação" width="230" height="154" class="alignright size-full wp-image-3283" />No próximo dia 29 de julho, às 18h30, será lançado o projeto “Mapeamento de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina”. A ação é uma iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (<a href="http://www.acate.com.br" target="_blank">ACATE</a>) e da Prefeitura de Florianópolis (<a href="http://www.pmf.sc.gov.br" target="_blank">PMF</a>), por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico Sustentável (<a href="http://www.pmf.sc.gov.br/smctdes" target="_blank">SMCTDES</a>).<span id="more-3279"></span></p>
<p>O objetivo é mapear todas as carreiras, habilidades e competências hoje existentes entre os profissionais que atuam no setor tecnológico de Santa Catarina. Serão identificados os números de profissionais empregados, a demanda reprimida do setor, o perfil e a qualificação técnica dos profissionais buscados pelas empresas, quantos empregos serão gerados no futuro entre outras informações. </p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-485" title="Moacir Marafon. Crédito: Divulgação" src="http://tisc.com.br/media/uploads/marafon_peq.jpg" alt="" width="180" height="229" />Com base nos dados captados pela pesquisa, ações coordenadas de formação profissional serão incentivadas.</p>
<blockquote><p><em>Queremos gerar oportunidades de inclusão social e buscar reduzir a atual carência por profissionais qualificados, hoje considerada um grande obstáculo ao desenvolvimento do nosso setor. Todos estes esforços fazem parte de um amplo projeto da ACATE &#8211; chamado Universidade Setorial -, que visa integrar todos os atores interessados no desenvolvimento do setor e capacitação de profissionais.</em></p>
<p>Moacir Antônio Marafon, vice-presidente da ACATE e coordenador das ações de capacitação</p></blockquote>
<p>Outro projeto será desenvolvido junto às instituições de ensino técnico e superior, o “Mapeamento de Cursos relacionados a Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina”. A proposta é identificar quais cursos na área tecnológica estas instituições oferecem e quantos profissionais formam anualmente para o mercado.</p>
<p>Ambos os formulários já podem ser preenchidos por qualquer empresa de tecnologia de Santa Catarina, a partir do site da <a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>.</p>
<p><strong>Palestra sobre liderança</strong></p>
<p>O evento também contará com a palestra “O Papel do Líder na Gestão de Pessoas”, que abordará temas relacionados aos desafios organizacionais frente a competitividade e o papel da gestão de pessoas. O desafio da liderança, levando em consideração o  desenvolvimento de competências, percepção, comunicação, motivação e feed back serão temas da palestra da professora da Fundação Dom Cabral Reivle Mano Nascimento de Melo.</p>
<p>Interessados em comparecer ao evento poderão confirmar presença pelo <a href="http://www.mapeamento.tangu.com.br" target="_blank">site</a> ou pelo telefone (48) 2107 2705.</p>
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		<title>ABES quer levar modelo catarinense para o país</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 14:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) divulgou nesta segunda-feira, em Florianópolis, a 6ª edição da pesquisa “Mercado Brasileiro de Software — Panorama e Tendências”. Conduzido pelo IDC (International Data Corporation), o relatório traz uma radiografia completa do cenário vivido por esse mercado em 2009, bem como as principais tendências que se destacarão no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.abes.org.br">ABES</a> (Associação Brasileira das Empresas de Software) divulgou nesta segunda-feira, em Florianópolis, a 6ª edição da pesquisa “Mercado Brasileiro de Software — Panorama e Tendências”. Conduzido pelo <a href="http://www.idclatin.com/brasil/">IDC</a> (International Data Corporation), o relatório traz uma radiografia completa do cenário vivido por esse mercado em 2009, bem como as principais tendências que se destacarão no segundo semestre de 2010. Pela primeira vez Florianópolis foi escolhida para a apresentação da pesquisa. </p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/abesacate.jpg" alt="Almoço que apresentou a pesquisa &quot;Mercado Nacional de Software&quot;" title="Almoço que apresentou a pesquisa &quot;Mercado Nacional de Software&quot;. Crédito: Rodrigo Lóssio" width="468" height="176" class="aligncenter size-full wp-image-3230" /><span id="more-3225"></span></p>
<blockquote><p><em>Trouxemos o evento para Santa Catarina por ser o segundo maior produtor nacional de tecnologia e pela ABES estar ampliando sua participação regional a começar pelo estado catarinense, via ACATE.</em></p>
<p>Gérson Schmitt, catarinense, presidente da ABES e diretor da ACATE</p></blockquote>
<p>A <a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>, juntamente com o <a href="http://www.cetic-sc.org.br">CETIC-SC</a>, foram apoiadores do almoço desta segunda-feira, que reuniu empresários e lideranças ligadas a entidades catarinenses de tecnologia. <a href="http://tisc.com.br/entidades/abes-e-acate-juntas-pelo-desenvolvimento-do-setor-de-ti-de-sc/">Recentemente</a>, a ACATE conveniou-se a ABES com o objetivo de ampliar a representatividade da entidade local nas instâncias federais, especialmente em Brasília.</p>
<blockquote><p><em>Queremos mostrar o modelo vencedor de ciência, tecnologia e inovação, além do associativismo empresarial, desenvolvido em Santa Catarina. A ABES será um destes caminhos. Um dos projetos que serão desenvolvidos com o apoio da ABES é desenvolver no próximo ano uma pesquisa setorial somente com empresas catarinenses, complementando o estudo da entidade nacional.</em></p>
<p>Rui Luiz Gonçalves, presidente da ACATE</p></blockquote>
<p><embed class="xg_slideshow" src="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/photo/slideshowplayer/slideshowplayer.swf?v=201007011252" quality="high" bgcolor="#" width="468" height="350" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" scale="noscale" wmode="opaque" FlashVars="feed_url=http%3A%2F%2Fcomunidadeacate.ning.com%2Fphoto%2Fphoto%2FslideshowFeedAlbum%3Fid%3D3858570%253AAlbum%253A2829%26mtime%3D1278363402%26x%3DLYGxEabqrwkeiX57whvu7aqr22ccbxZr&#038;autoplay=1&#038;hideShareLink=1&#038;config_url=http%3A%2F%2Fcomunidadeacate.ning.com%2Fphoto%2Fphoto%2FshowPlayerConfig%3Fx%3DLYGxEabqrwkeiX57whvu7aqr22ccbxZr%26xn_auth%3Dno%26feed_url%3Dhttp%253A%252F%252Fcomunidadeacate.ning.com%252Fphoto%252Fphoto%252FslideshowFeedAlbum%253Fid%253D3858570%25253AAlbum%25253A2829%2526mtime%253D1278363402%2526x%253DLYGxEabqrwkeiX57whvu7aqr22ccbxZr%26version%3DDEP-4928%253Acbbe365_11_11_8&#038;slideshow_title=&#038;fullsize_url=http%3A%2F%2Fcomunidadeacate.ning.com%2Fphoto%2Fphoto%2Fslideshow%3Ffeed_url%3Dhttp%253A%252F%252Fcomunidadeacate.ning.com%252Fphoto%252Fphoto%252FslideshowFeedAlbum%253Fid%253D3858570%25253AAlbum%25253A2829%2526mtime%253D1278363402" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"> </embed> <br /><small><a href="http://comunidadeacate.ning.com/photo/photo">Veja mais fotos como esta em <em>Comunidade ACATE</em></a></small></p>
<p><strong>Números</strong></p>
<p>De acordo com o estudo apresentado pela ABES, mantendo-se estável no cenário mundial de softwares e serviços, o mercado brasileiro ocupou a 12ª colocação no mundo, e movimentou cerca de US$ 15,3 bilhões em 2009 — saldo 2,4% acima do alcançado no ano anterior. Desse total, US$ 5,4 bilhões referem-se a softwares e US$ 9,9 bilhões a serviços, o equivalente a 1,70% e a 1,78% do mercado mundial, respectivamente. No mesmo período o mercado mundial de softwares e serviços registrou pequeno avanço de 0,89% e movimentou US$ 880 bilhões.</p>
<p><strong>Exportação de software e serviços</strong></p>
<p>Destaque para os resultados alcançados com a exportação. Durante o período o país registrou avanço de 7%, montante equivalente a US$ 363 milhões. As vendas de licenças de software especificamente tiveram salto de 12%.</p>
<blockquote><p><em>Consideramos esses valores um indício positivo da capacidade de reação do setor, confirmando um potencial muito grande a ser explorado fora do país. Mas em nossa avaliação, para alavancarmos as exportações, precisamos resolver problemas estruturais relacionados ao modelo setorial. Hoje os governos são os maiores produtores e concorrentes do setor, não estimulam pesquisa e inovação — à medida que dão preferência à utilização de softwares com fonte aberta, opção que também cria conflito ou dificuldades para a defesa da propriedade intelectual.</em></p>
<p>Gérson Schmitt, presidente da ABES</p></blockquote>
<p>Além disso, de acordo com o executivo, o modelo de exportação defendido pelo Governo baseia-se no crescimento das vendas de serviços em vez de apostar em inteligência empacotada, o que pode agravar ainda mais o contexto apresentado pelo IBGE, que estima a falta de 200 mil profissionais no setor e custos de mão-de-obra maiores que os principais concorrentes internacionais.</p>
<p><strong>Radiografia da indústria nacional</strong></p>
<p>Segundo estudo do IDC, atualmente o setor é composto por 8,5 mil empresas, das quais 76,5% dedicam-se ao desenvolvimento, distribuição e comercialização de softwares, formando uma cadeia de valor com grande potencial de expansão pela sua capilaridade no mercado interno.</p>
<p>Assim como nos dois últimos anos, quase 50% da demanda registrada foi proveniente dos mercados financeiro e industrial. Na sequência estão os segmentos de agroindústria, governo, comércio e serviços. </p>
<p><strong>Tendências e expectativas para 2010</strong></p>
<p>Segundo o IDC, as previsões para o segundo semestre de 2010 são bastante positivas. O mercado total de Tecnologia da Informação brasileiro terá aumento estimado em 6,5%, acima da América Latina, com 6,3%, e do mercado mundial de TI, com 3,5%. Especificamente em relação a software e serviços, a indústria nacional alcançará 8,5% de crescimento.</p>
<p>Algumas tendências impulsionarão tais resultados. A expansão da computação em nuvem, cuja demanda deve triplicar nos próximos cinco anos; a procura por aplicativos de análise e de inteligência para o negócio, que crescerá mais de 10% em 2010; o aumento significativo da venda de laptops e smartphones, ocasionado pelo número cada vez maior de usuários; e as oportunidades geradas com o advento da TV Digital, são alguns pilares que se destacarão ao longo desse ano e dos próximos períodos, segundo o presidente da ABES.</p>
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		<title>Spin-offs tecnológicos é tema de pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 12:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação TISC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pesquisador catarinense Jonas Mendes Constante, formado pela ESAG/UDESC, está desenvolvendo uma pesquisa sobre o processo de comercialização de tecnologia por meio de spin-offs tecnológicos corporativos no Brasil. O estudo faz parte de um Mestrado dele na Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo.
Um spin-off tecnológico é o processo de criação de uma nova empresa, originada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-2871" title="FGVcenn" src="http://tisc.com.br/media/uploads/logoCENN-300x186.jpg" alt="" width="210" height="130" />O pesquisador catarinense Jonas Mendes Constante, formado pela <a href="http://www.esag.udesc.br" target="_blank">ESAG/UDESC</a>, está desenvolvendo uma <a href="http://www.spinoffs.com.br" target="_blank">pesquisa</a> sobre o processo de comercialização de tecnologia por meio de <strong>spin-offs tecnológicos corporativos no Brasil</strong>. O estudo faz parte de um Mestrado dele na <a href="http://www.fgv.br">Fundação Getúlio Vargas</a>, de São Paulo.<span id="more-2869"></span></p>
<p>Um spin-off tecnológico é o processo de criação de uma nova empresa, originada muitas vezes da área de pesquisa e desenvolvimento de uma grande corporação. A decisão de criar um braço tecnológico de uma maior se dá por diversos fatores, como a perspectiva de um novo negócio para comercializar tecnologia, da decisão da empresa maior de manter seu <em>core business</em>, repassando para uma menor a tarefa de comercialização do desenvolvimento gerado.</p>
<p>Empresas que realizam atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), com foco em inovação tecnológica e desenvolvimento de novos produtos e processos, lidam frequentemente com a decisão de cancelamento de projetos internos. Geralmente são projetos que não atingiram as metas e prazos de desenvolvimento propostas pela organização ou que simplesmente não geraram resultados de interesse para o atual negócio foco da empresa, sendo negócios para diferentes mercados e segmentos.</p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/jonasconstante.jpg" alt="" title="Jonas Constante. Crédito: Divulgação" width="183" height="183" class="alignright size-full wp-image-2874" />Antes de abandonarem esses projetos e assumir o prejuizo de meses ou anos de investimento, executivos precisam conhecer mecanismos capazes de aproveitar o valor gerado por estes projetos. O fato de não interessarem a empresa não significa a ausência de valor da tecnologia ou do protótipo desenvolvido. Um desses mecanismos é a geração de spin-offs tecnológicos.</p>
<blockquote><p><em>Em uma nova estrutura organizacional, os resultados de esforços de inovação que para a grande empresa podem não interessar, tornam-se ativos valiosos que colocam a récem criada empresa em vantagens competitivas sobre seus concorrentes. A decisão de explorar comercialmente uma tecnologia produzida internamente através de uma estrutura externa pode alavancar os resultados da empresa-mãe (como são conhecidas as empresas geradoras dos spin-offs), diminuir o risco do negócio principal, aumentar o acesso da empresa-mãe para futuras inovações e ainda estimular o empreendedorismo corporativo. </em></p>
<p>Jonas Mendes Constante, pesquisador da FGV/SP</p></blockquote>
<p>O pesquisador aponta alguns benefícios para a empresa-mãe:</p>
<ul>
<li>Alavancar os resultados da empresa-mãe no médio e longo prazo</li>
<li>Diminuição do risco do negócio principal</li>
<li>Aumento do acesso da empresa-mãe para futuras inovações</li>
<li>Estimulo ao empreendedorismo corporativo</li>
</ul>
<p>Empresas que já tenham realizado spin-offs tecnológicos podem participar da pesquisa entrando em contato com os coordenadores através do <a href="http://www.spinoffs.com.br" target="_blank">site</a>. Serão desenvolvidos casos de estudo para a pesquisa e para futuros cursos que serão ministrados pela FGV-SP.</p>
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		<title>Estudo aponta modelo de incubação virtual</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reproduzir o modelo de sucesso que incubadoras físicas de empresas de base tecnológica oferecem a negócios nascentes para uma proposta de incubação virtual, a distância, foi objeto de uma pesquisa apresentada noMestrado de Gestão em Inovação, da Ecole Nationale Supérieure des Mines – Saint-Etienne. O estudo foi desenvolvido em cima de um modelo a ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/jamilesabatinimarques.jpg" alt="Jamile Sabatini Marques" title="Jamile Sabatini Marques. Crédito: Felipe Christ" width="230" height="305" class="alignright size-full wp-image-2742" />Reproduzir o modelo de sucesso que incubadoras físicas de empresas de base tecnológica oferecem a negócios nascentes para uma proposta de incubação virtual, a distância, foi objeto de uma pesquisa apresentada noMestrado de Gestão em Inovação, da <a href="http://www.emse.fr/" target="_blank">Ecole Nationale Supérieure des Mines</a> – Saint-Etienne. O estudo foi desenvolvido em cima de um modelo a ser implementado no <a href="http://www.miditecnologico.com.br">MIDI Tecnológico</a>, incubadora de Florianópolis administrada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (<a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>) e mantida pelo <a href="http://www.sebrae-sc.com.br">SEBRAE-SC</a>.</p>
<p>Com o título &#8220;Incubação virtual: um estudo para ampliar o apoio às empresas da incubadora MIDI Tecnológico&#8221;, a autora do projeto, a coordenadora do MIDI, Jamile Sabatini Marques, apresentou um modelo de associação virtual que visa atender a crescente demanda de empreendedores em estarem ligados a uma incubadora de referência. Em 2008, o MIDI Tecnológico recebeu o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador como a melhor incubadora de base tecnológica do país. <span id="more-2741"></span></p>
<p>A instituição conta hoje com 15 módulos para incubação na modalidade de residente. Estas empresas recebem apoio e suporte técnico e gerencial no início e durante as etapas de desenvolvimento dos seus negócios, em um ambiente de colaboração de ideias e parcerias. Durante o ano todo, mantém seu processo seletivo em aberto. </p>
<p>A proposta de incubação virtual presente na dissertação procurou encontrar uma solução viável e de qualidade para atender a demanda reprimida. Levou em conta outras experiências que o próprio MIDI já teve na modalidade virtual, com dificuldades na gestão e em buscar o comprometimento das empresas. Em 2005, o projeto foi abortado diante da falta de mecanismos e ferramentas para dar apoio efetivo aos negócios incubados virtualmente &#8211; problema este que a dissertação desenvolvida pela coordenadora do MIDI se propôs a estudar e apresentar nova solução. </p>
<p>Recentemente foi retomado diante da crescente procura pela incubadora, que apresenta hoje índices de 93% de sucesso entre empresas graduadas &#8211; as que já saíram do ambiente de incubação. Entre as ferramentas que estão em implementação para viabilizar e fomentar o modelo de incubação virtual estão o desenvolvimento de um portal corporativo e colaborativo, além da implantação de um sistema integrado de gestão, que pretende dar apoio aos negócios ligados a incubadora nesta modalidade. </p>
<blockquote><p><em>Queremos por meio da incubação virtual expandir com sustentabilidade e consistência nossas ações em benefício do empreendedorismo e do desenvolvimento local, missão da nossa incubadora. Quando abrimos uma vaga para incubação nas nossas instalações, temos sempre uns dez empreendimentos a serem avaliados e selecionados.</em></p>
<p>Jamile Sabatini Marques, coordenadora do MIDI Tecnológico</p></blockquote>
<p>Entre as iniciativas relacionadas à incubação virtual, destacam-se duas parcerias que o MIDI está desenvolvendo com fundos de investimento para que empresas investidas tenham direito a vagas na incubadora na modalidade virtual, dando todo o apoio e acesso do negócio às consultorias que a incubadora oferece.</p>
<p><strong>Sobre o MIDI Tecnológico</strong></p>
<p>Criada em agosto de 1998, a incubadora MIDI Tecnológico, de Florianópolis, já graduou 42 empresas e possui 15 incubadas residentes e quatro virtuais. O MIDI foi eleito, em 2008, a melhor incubadora de base tecnológica do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC). É mantido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE-SC) e administrado pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE).</p>
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		<title>Diretoria da Petrobras visita Sapiens Parque</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação TISC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, e o gerente geral do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), Ricardo Beltrão, visitam as obras do Instituto do Petróleo, Gás e Energia (InPetro), em construção no Sapiens Parque, nesta segunda às 14h30.
Resultado da parceria entre Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Petrobras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/petrobras.gif" alt="Petrobras" title="Petrobras" width="230" height="142" class="alignright size-full wp-image-2281" />O diretor de Exploração e Produção da <a href="http://www.petrobras.com.br" target="_blank">Petrobras</a>, Guilherme Estrella, e o gerente geral do Centro de Pesquisas da Petrobras (<a href="http://www2.petrobras.com.br/EspacoConhecer/APetrobras/PesqTecno_centro.asp" target="_blank">Cenpes</a>), Ricardo Beltrão, visitam as obras do <strong>Instituto do Petróleo, Gás e Energia (InPetro)</strong>, em <a href="http://tisc.com.br/pesquisa/maquinas-trabalhando-no-sapiens-parque/">construção</a> no <a href="http://www.sapiensparque.com.br" target="_blank">Sapiens Parque</a>, nesta segunda às 14h30.</p>
<p>Resultado da parceria entre Universidade Federal de Santa Catarina (<a href="http://www.ufsc.br" target="_blank">UFSC</a>) e a Petrobras, o projeto soma investimentos de R$ 32 milhões e será inaugurado em 2010.  Até o final do segundo ano de operação, a expectativa é gerar cerca de 150 empregos e, em longo prazo, empregar 500 pessoas e envolver cerca de 300 pesquisadores. O Instituto vai se dedicar a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia voltada à energia renovável e à exploração do petróleo pré-sal. <span id="more-2280"></span></p>
<blockquote><p>Estamos em uma nova era de pesquisa, o InPetro é um marco na política de investimento em estudos relacionados à energia. Com o avanço das pesquisas, o país pode exportar muito mais do que petróleo e se consolidar como uma rede de bens e serviços.</p>
<p>José Eduardo Fiates, diretor executivo do Sapiens</p></blockquote>
<p><strong>Em busca do pré-sal</strong><br />
Em uma área de 9 mil metros quadrados, o Instituto contará com laboratórios de pesquisa e um tanque experimental, onde será desenvolvido um sistema de visão submarina para monitorar estruturas e auxiliar no reparo de cascos de navios. Também vai contar três poços secos com 120 metros de profundidade para testar técnicas de bombeamento de petróleo utilizando outros líquidos e desenvolver tubos de fibra de vidro e de carbono, que são imunes à corrosão, para uso nas plataformas.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de imprensa do Sapiens Parque</em></p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2280&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Controle de patrimônio com RFID no SENAI/SC</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[código de barras]]></category>
		<category><![CDATA[controle de patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[etiquetas]]></category>
		<category><![CDATA[joinville]]></category>
		<category><![CDATA[mostra inova senai]]></category>
		<category><![CDATA[radiofrequência]]></category>
		<category><![CDATA[rfid]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada por professores da unidade do SENAI/SC em Joinville comprovou a eficácia da transmissão de dados por radiofrequência em substituição ao sistema de controle de patrimônio por código de barras, hoje utilizado por muitas empresas. Apesar do recurso exigir maior investimento, os autores do estudo mostraram os ganhos com segurança e durabilidade. Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1845" class="wp-caption alignright" style="width: 202px"><img class="size-full wp-image-1845  " title="Protótipo RFID. Crédito: Senai/SC" src="http://tisc.com.br/media/uploads/prototipo_rfid.jpg" alt="Protótifo RFID" width="192" height="250" /><p class="wp-caption-text">Protótipo RFID</p></div>Uma pesquisa realizada por professores da unidade do <a href="http://sc.senai.br" target="_blank">SENAI/SC</a> em Joinville comprovou a eficácia da transmissão de dados por radiofrequência em substituição ao sistema de controle de patrimônio por código de barras, hoje utilizado por muitas empresas. Apesar do recurso exigir maior investimento, os autores do estudo mostraram os ganhos com segurança e durabilidade. Esse será um dos projetos expostos na <a href="http://www.sc.senai.br/oc/?go=inova" target="_blank">Mostra Inova SENAI</a>, que será realizada em Joinville de 26 a 30 de outubro.</p>
<p>A tecnologia de Identificação por Rádio Freqüência (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RFID" target="_blank">RFID</a>, na sigla em inglês) permite a transmissão dos dados contidos nas etiquetas dentro de um grande campo de leitura, que chega a 30 metros de raio. Enquanto isso, as tradicionais etiquetas com código de barras exigem que o leitor esteja próximo. A partir dessa vantagem, a equipe do <strong>SENAI/SC</strong> analisou os equipamentos existentes no mercado e realizou testes com as etiquetas RFID dentro das instalações da unidade de Joinville.<span id="more-1833"></span></p>
<p>Os pesquisadores desenvolveram dois kits para controle patrimonial: um para fazer o inventário dos equipamentos da unidade, de uso periódico, e outro para o controle em tempo real. Eles também criaram o software para gestão dos materiais das salas e laboratórios do SENAI.</p>
<blockquote><p><em>As etiquetas RFID são mais resistentes que as metálicas, principalmente em ambientes quentes ou úmidos. Com a possibilidade de controle em tempo real, é possível colocar leitores RFID nos acessos aos laboratórios e identificar furtos de objetos na hora em que acontecem. Por outro lado, em alguns casos não foi possível a leitura das etiquetas quando colocadas dentro de recipientes feitos de metal.</em></p>
<p>Professor Dieison Grumovski, um dos autores do projeto</p></blockquote>
<p>O projeto de uso de RFID para controle patrimonial, juntamente com outras 17 boas ideias, serão apresentados ao público na etapa estadual da <strong>Mostra Inova SENAI</strong>, realizada entre os dias 26 e 30 de outubro, em Joinville. A mostra incentiva o desenvolvimento da atitude inovadora de alunos e docentes e promove o intercâmbio técnico-científico com a comunidade industrial.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de imprensa do SENAI/SC</em></p>
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		<title>Máquinas trabalhando no Sapiens Parque</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 14:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Kormives</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[inpetro]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[santa catarina]]></category>
		<category><![CDATA[sapiens parque]]></category>
		<category><![CDATA[ufsc]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sapiens Parque começa a sair do papel. A construção do seu primeiro prédio-âncora está em fase de terraplenagem. Trata-se da sede do Instituto de Petróleo, Energia e Gás (INPETRO), cujo prazo de conclusão é o primeiro semestre de 2010.
Projetado para ser um centro de referência de pesquisa e desenvolvimento, o INPETRO é resultado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.sapiensparque.com.br">Sapiens Parque</a> começa a sair do papel. A construção do seu primeiro prédio-âncora está em fase de terraplenagem. Trata-se da sede do Instituto de Petróleo, Energia e Gás (INPETRO), cujo prazo de conclusão é o primeiro semestre de 2010.</p>
<div id="attachment_302" class="wp-caption alignright" style="width: 286px"><img class="size-full wp-image-302" title="Maquete do Sapiens Parque. Crédito: Divulgação" src="http://tisc.com.br/media/uploads/sapiens_maquete_peq.jpg" alt="Maquete do Sapiens Parque" width="276" height="121" /><p class="wp-caption-text">Maquete do Sapiens Parque</p></div>
<p>Projetado para ser um centro de referência de pesquisa e desenvolvimento, o INPETRO é resultado de uma parceria entre a <a title="Petrobras" href="http://www.petrobras.com.br" target="_blank">Petrobras</a> e a Universidade Federal de Santa Catarina (<a title="UFSC" href="http://www.ufsc.br" target="_blank">UFSC</a>). A verba de R$ 30 milhões para viabilizar a obra já foi liberada à universidade.</p>
<p><span id="more-300"></span></p>
<p>O empreendimento deve gerar em torno de 500 empregos. A sua sede englobará duas edificações, com área total de 9 mil metros quadrados, nas quais serão instalados laboratórios, tanque experimental de 100 mil litros e um poço seco com 200 metros de profundidade destinados à simulação de diferenças de pressão para teste de robôs.</p>
<p>Outros projetos mais adiantados incluem uma arena multiuso de R$ 15 milhões com capacidade para 7,5 mil pessoas &#8211; a ideia é usá-la no Mundial de Handebol feminino que SC recebe em 2011 &#8211; e uma incubadora, cujo programa prevê edital para a seleção de 120 empresas.</p>
<p><strong>O Sapiens Parque</strong></p>
<p>Compreende uma <a title="Sapiens Parque" href="http://www.sapiensparque.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=61&amp;Itemid=84">área</a> de 4,5 milhões de metros quadrados no Norte da Ilha, entre as praias de Canasvieiras e Cachoeira do Bom Jesus. O Sapiens é um parque de inovação concebido para promover o desenvolvimento de segmentos econômicos que já são vocações de Florianópolis, como turismo, tecnologia, meio ambiente e serviços especializados. O projeto idealizado pela Fundação Certi, conta com o apoio do <a href="http://www.sc.gov.br" target="_blank">Governo do Estado</a>.</p>
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		<title>Pesquisa da UFSC cria metodologia para avaliação do desempenho de incubadoras</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 04:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação TISC</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[acate]]></category>
		<category><![CDATA[alessandra vasconcelos gallon]]></category>
		<category><![CDATA[incubadoras]]></category>
		<category><![CDATA[midi tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[ufsc]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá apoiar o MIDI Tecnológico a alavancar o seu desempenho e o de suas incubadas. A incubadora irá implantar uma metodologia multicritérios para a auto-avaliação das suas ações e dos impactos que gera nas empresas que atende. A metodologia é resultado da tese de doutorado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá apoiar o MIDI Tecnológico a alavancar o seu desempenho e o de suas incubadas. A incubadora irá implantar uma metodologia multicritérios para a auto-avaliação das suas ações e dos impactos que gera nas empresas que atende. A metodologia é resultado da tese de doutorado em engenharia de produção, na área de concentração de inteligência organizacional, da pesquisadora Alessandra Vasconcelos Gallon.</p>
<p>A coleta dos dados na incubadora começou em julho de 2007. Durante o segundo semestre de 2007 e o primeiro semestre de 2008 foram analisadas oito empresas: Eco Acústica, Autocorp, Extersoft, JExperts, Labbo, MCA, TalkAndWrite e Sintonia. Nesse período, a pesquisa envolveu o levantamento de informações das ações e projetos da incubadora, além de entrevistas com a coordenação do MIDI Tecnológico e com os empresários incubados.</p>
<blockquote><p><em>Os dois lados apontaram fatores de desempenho da incubadora que impactam no desempenho das incubadas. Esses fatores foram hierarquizados de acordo com o peso atribuído pela coordenação da incubadora, considerando o foco do MIDI Tecnológico em fortalecer as habilidades gerenciais dos empreendedores. Dessa forma foi criado um modelo para basear as ações da incubadora de acordo com os critérios identificados como mais importantes. Com esse acompanhamento, a incubadora poderá identificar as ações de melhoria que promovem maior contribuição, tanto para a incubadora como para as incubadas, e focar o apoio em um ponto específico durante um período determinado, de acordo com as necessidades apontadas pela metodologia.</em></p>
<p>Alessandra Vasconcelos Gallon, pesquisadora</p></blockquote>
<p>Semestralmente a metodologia será aplicada no MIDI e nas incubadas, tendo como resultado a avaliação de desempenho da incubadora enquanto unidade organizacional, já que o modelo considera a relação incubadora-incubada. A aplicação do modelo permitirá acompanhar como as ações da incubadora estão impactando no resultado das empresas, possibilitando o aperfeiçoamento do processo de incubação no MIDI.</p>
<p>O modelo permite ainda a comparação de desempenho entre as incubadas e leva em consideração a fase do período de incubação em que se encontra a incubada. A pesquisadora destaca também que a metodologia pode ser aplicada em outras incubadoras, mas precisa de adaptações. “O modelo multicritérios é definido de acordo com a visão da coordenação da incubadora, o que varia muito de uma instituição para outra. Por isso a metodologia precisa ser customizada para cada incubadora”, aponta Alessandra.</p>
<p><strong>Sobre a pesquisadora</strong><br />
Alessandra Vasconcelos Gallon é graduada em Ciências Econômicas e em Ciências Contábeis pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Possui mestrado em Ciências Contábeis pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) e conclui o curso de doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina.</p>
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