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	<title>TI Santa Catarina &#187; Pesquisa</title>
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	<description>Tecnologia e Inovação em Santa Catarina</description>
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		<title>FAPESC financia novas pesquisas em SC</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 19:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) deu início em dezembro ao repasse dos quase R$ 13 milhões que permitirá a pesquisadores de renome nacional desenvolver ciência de ponta. Desde pesquisa básica na área da Química, até estudos de aplicação direta no território catarinense, os projetos têm em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/logo_fapesc_peq.gif" alt="" title="Fapesc" width="200" height="112" class="alignright size-full wp-image-913" />A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (<a href="http://www.fapesc.sc.gov.br">FAPESC</a>) deu início em dezembro ao repasse dos quase R$ 13 milhões que permitirá a <strong>pesquisadores de renome nacional desenvolver ciência de ponta</strong>. Desde pesquisa básica na área da Química, até estudos de aplicação direta no território catarinense, os projetos têm em comum o fato de serem conduzidos por Núcleos de Excelência e por terem sido selecionados por meio de uma chamada pública da <strong>FAPESC</strong>. <span id="more-4994"></span></p>
<p>Há trabalhos sobre os mais variados assuntos, como a preservação e o cultivo dos peixes nativos no Rio Uruguai; a aplicação da nanotecnologia para o desenvolvimento sustentável de materiais de construção civil; autores, obras e acervos literários catarinenses em meio digital. Das 18 propostas aprovadas, 16 partiram da <a href="http://www.ufsc.br">UFSC</a> (Universidade Federal de Santa Catarina). Uma veio da <a href="http://www.furb.br">Furb</a> (Fundação Universidade Regional de Blumenau) e outra, da <a href="http://www.univali.br">Univali</a> (Universidade do Vale do Itajaí).</p>
<p>O Prof. João Batista Calixto, do Departamento de Farmacologia da UFSC, já havia sido beneficiado em 2007 pelo Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex). Amanhã (20) ele receberá a primeira parcela dos R$600 mil garantidos para que, junto com sua equipe, possa analisar novos mecanismos envolvidos no controle dos processos inflamatórios, dolorosos e neurodegenerativos, focando em plantas medicinais com atividade antiinflamatória e antinociceptiva (a grosso modo, capaz de reduzir ou eliminar certas dores).</p>
<p>A maior verba aprovada, R$1,2 milhão, vai para o grupo coordenado pelo Prof. Hugo Alejandro Gallardo Olmedo, do Departamento de Química da UFSC. Ele objetiva a síntese de materiais funcionais adequados para constituição de dispositivos e nanoestruturas, com aplicações nas indústrias eletrônica e farmoquímica. </p>
<p><strong>Terceira chamada</strong><br />
O <strong>Pronex</strong> provê verbas para pesquisadores de comprovada competência, organizados para desenvolver projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação na fronteira do conhecimento. O volume de aplicações triplicou desde a criação do programa, em 2003. Naquele ano, uma chamada pública ofereceu R$ 4,8 milhões; em 2007, R$ 6.141.000,00; e agora R$ 11.761.253,00 + R$1.199.776,00 (do CNPq).<br />
Para ver relação completa dos contemplados acesse o <a href="http://www.fapesc.sc.gov.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=1044:teste&#038;catid=7:comunicados&#038;Itemid=68">site do edital</a>.</p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=4994&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Futurecom 2011: Expedição irá medir qualidade da banda larga em SC e no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 20:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma caravana que irá rodar mais de 25 mil quilômetros pelo país para medir a qualidade da banda larga e descobrir a realidade da infraestrutura de telecom de 100 cidades brasileiras. Esta é a Expedição WDC/Abranet, que pretende criar uma radiografia buscando in loco estas informações. O projeto foi apresentado nesta segunda-feira, durante a Futurecom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/expedicaowdc.jpg" alt="" title="Expedição WDC" width="120" height="232" class="alignright size-full wp-image-4652" />Uma caravana que irá rodar mais de 25 mil quilômetros pelo país para medir a qualidade da banda larga e descobrir a realidade da infraestrutura de telecom de 100 cidades brasileiras. Esta é a <a href="http://www.expedicaowdc.com.br">Expedição WDC/Abranet</a>, que pretende criar uma radiografia buscando in loco estas informações. O projeto foi apresentado nesta segunda-feira, durante a <a href="http://tisc.com.br/tag/futurecom-2011">Futurecom 2011</a>.<span id="more-4645"></span></p>
<p>As cidades que terão preferência para serem visitadas pela expedição são principalmente as contempladas no<strong> Plano Nacional de Banda Larga</strong>, anunciado ano passado pelo Governo Federal. Outros municípios e capitais também estarão no radar do projeto, que tem a <a href="http://www.wdcnet.com.br">WDC Networks</a> e a <a href="http://www.abranet.org.br">Abranet </a>como realizadores. A camionete da expedição seguirá a rede de fibra ótica que a Telebras tem espalhada pelo país.</p>
<p><strong>Santa Catarina está na rota</strong> e irá receber a Expedição WDC/Abranet até o fim de 2011. Blumenau, Joinville e Florianópolis são as cidades contempladas. O objetivo é finalizar a incursão pelo país até janeiro de 2012. O início será ainda em outubro.</p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/vanderlei_rigatieri.jpg" alt="" title="Vanderlei Rigatieri. Crédito: Rodrigo Lóssio" width="163" height="283" class="alignright size-full wp-image-4649" /><br />
<blockquote>A ideia surgiu após uma viagem que fiz ao Nordeste, onde percebi que em diversas regiões, até as mais distantes, a internet está disseminada. Mas qual é a qualidade de conexão e acesso? Queremos com a Expedição mostrar esta realidade e o quanto o país precisa avançar para melhorar sua infraestrutura.</p>
<p>Vanderlei Rigatieri, presidente da WDC Networks e idealizador do projeto</p></blockquote>
<p>A expedição irá medir a qualidade de conexão principalmente de provedores regionais que operam com tecnologias como rádio, fibra ótica, entre outras. As empresas que desejarem integrar a pesquisa poderão entrar em contato diretamente com a organização da Expedição.</p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/presidente_abranet.jpg" alt="" title="Eduardo Neger. Crédito: Divulgação" width="140" height="256" class="alignright size-full wp-image-4650" /><br />
<blockquote><em>A Expedição será de fundamental importância para conheceremos especialmente a realidade do interior do país &#8211; fundamental para a universalização da internet no Brasil. Irá servir também para pautar as políticas públicas de incentivo à banda larga, bem como o esforço da iniciativa privada no investimento desta expansão.</em></p>
<p>Eduardo Neger, presidente da Abranet</p></blockquote>
<p>Em cada região serão desenvolvidas também ações sociais e todo o carbono gerado da expedição será neutralizado por meio de plantação de árvores. </p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=4645&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Florianópolis terá Centro de Referência em Farmacologia</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 13:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação TISC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ano de 2009, a indústria brasileira de medicamentos faturou U$$ 16,8 bilhões. Deste total, no entanto, menos de 25% são números das empresas nacionais. A balança comercial nessa área, por exemplo, gerou um déficit de U$$ 3,4 bilhões, com expectativas de ultrapassar U$4 bilhões em 2010. Para mudar esse cenário e oferecer mais independência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tisc.com.br/media/uploads/pavan_sapiens.jpg"><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/pavan_sapiens-300x197.jpg" alt="" title="Leonal Pavan participa da solenidade. Crédito: Neiva Daltrozo / SECOM SC" width="300" height="197" class="alignright size-medium wp-image-3566" /></a>No ano de 2009, a indústria brasileira de medicamentos faturou U$$ 16,8 bilhões. Deste total, no entanto, menos de 25% são números das empresas nacionais. A balança comercial nessa área, por exemplo, gerou um déficit de U$$ 3,4 bilhões, com expectativas de ultrapassar U$4 bilhões em 2010. Para mudar esse cenário e oferecer mais independência às indústrias farmacêuticas do Brasil, foi lançado nesta terça, 28, em Florianópolis o edital de construção do <strong>Centro de Referência em Farmacologia Pré-Clínica (CRF)</strong>, o qual fará parte da <a href="http://www.certi.org.br">Fundação CERTI</a> (Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras) e será instalado no <a href="http://www.sapiensparque.com.br">Sapiens Parque</a>. <span id="more-3563"></span></p>
<p>O CRF funcionará como agente promotor do desenvolvimento e melhoramento de produtos farmacêuticos e servirá para realização de testes pré-clínicos necessários para o desenvolvimento de medicamentos, uma área ainda muito carente no país. O CRF será coordenado por um dos mais renomados cientistas brasileiros, Prof. Dr. João Batista Calixto, que já recebeu vários prêmios e participou do desenvolvimento de novos medicamentos, atualmente no mercado em parcerias com as indústrias farmacêuticas nacionais. </p>
<p>Uma área de 5.300m² vai abrigar laboratórios especializados, onde trabalhará, inicialmente, uma equipe formada por cerca de 40 pessoas, incluindo técnicos e pesquisadores altamente qualificados. Além disso, o CRF irá oferecer espaço para a incubação de 13 empresas da área da saúde. Estas start ups serão empresas com grande potencial para as demandas do CRF ou para possíveis sociedades com o empreendimento. Os recursos de R$ 6 milhões para a construção do Centro de Referência em Farmacologia Pré-Clínica provêm dos Ministérios da <a href="http://www.saude.gov.br">Saúde</a> e da <a href="http://www.mct.gov.br">Ciência e Tecnologia</a>, e devem ser complementados pelo <a href="http://www.sc.gov.br">Governo do Estado</a>, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica do Estado de Santa Catarina (<a href="http://www.fapesc.sc.gov.br">FAPESC</a>).</p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/calixto.jpg" alt="" title="Prof. Calixto. Crédito: Zhekha Amorim/UFRJ" width="175" height="239" class="alignright size-full wp-image-3565" />Baseado nas exigências do padrão e certificação internacional, o Centro poderá atender às demandas das empresas farmacêuticas nacionais e internacionais de forma ágil e certificada. Pretende, ainda, atrair para Florianópolis indústrias farmacêuticas que estão atualmente concentradas na região Sudeste. </p>
<blockquote><p><em>Hoje não temos grandes indústrias de medicamento no País, mas empresas com excelente parque fabril que ‘embalam’ e distribuem os princípios ativos importados. Nosso objetivo é fazer com a área de fármacos e medicamentos o mesmo que aconteceu, por exemplo, com o petróleo – uma indústria forte, com produção local e com capacidade para exportação.</em></p>
<p>Professor João Batista Calixto</p></blockquote>
<p>O Professor Calixto desenvolve suas atividades há mais de 30 anos no Departamento de Farmacologia da UFSC. Os laboratórios do Departamento deverão ser a base do novo Centro de Farmacologia. A partir daí, deve-se ampliar a capacidade do atual grupo, que já é reconhecido nacionalmente e internacionalmente na área de Farmacologia Pré-clínica e conta com várias patentes, além de produtos de sucesso no mercado. </p>
<p>Entre os destaques, está a descoberta do ativo Flavonóides de Passiflora, desenvolvido em parceria com a Natura; o anti-inflamatório  Acheflan, concorrente do Cataflan; e o calmante Sintocalmy, os dois últimos em parceria com o Aché Laboratórios.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de imprensa da Fundação Certi</em></p>
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		<title>Empresário: participe de pesquisa para mapear carreiras do setor tecnológico</title>
		<link>http://tisc.com.br/pesquisa/empresario-participe-de-pesquisa-para-mapear-carreiras-do-setor-tecnologico/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresas ligadas ao setor de tecnologia da informação e comunicação catarinense já podem participar do “Mapeamento de Recursos Humanos em TIC de Santa Catarina”. O objetivo é mapear todas as carreiras, habilidades e competências hoje existentes entre os profissionais que atuam no setor tecnológico do Estado. 
Serão identificados os números de profissionais empregados, a demanda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/mapeamento.jpg" alt="" title="Mapeamento. Crédito: Divulgação" width="230" height="154" class="alignright size-full wp-image-3283" />Empresas ligadas ao setor de tecnologia da informação e comunicação catarinense já podem participar do <a href="http://rhtic.acate.com.br/maparh/">“Mapeamento de Recursos Humanos em TIC de Santa Catarina</a>”. O objetivo é mapear todas as carreiras, habilidades e competências hoje existentes entre os profissionais que atuam no setor tecnológico do Estado. </p>
<p>Serão identificados os números de profissionais empregados, a demanda reprimida do setor, o perfil e a qualificação técnica dos profissionais buscados pelas empresas, quantos empregos serão gerados no futuro entre outras informações. Com base nos dados captados pela pesquisa, ações coordenadas de formação profissional serão incentivadas. <span id="more-3445"></span></p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/marafon_peq.jpg" alt="" title="Moacir Marafon. Crédito: Divulgação" width="180" height="229" class="alignright size-full wp-image-485" />A ação é uma iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (<a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>) e da Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico Sustentável (<a href="http://www.pmf.sc.gov.br/smctdes">SMCTDES</a>). </p>
<blockquote><p><em>Queremos gerar oportunidades de inclusão social e buscar reduzir a atual carência por profissionais qualificados, hoje considerada um grande obstáculo ao desenvolvimento do nosso setor.</em></p>
<p>Moacir Antônio Marafon, vice-presidente da ACATE e coordenador das ações de capacitação</p></blockquote>
<p>Participaram da primeira etapa da pesquisa, lançada no final de julho, 21 empresas associadas à ACATE. A partir desta segunda, dia 30 de agosto, todas as empresas catarinenses do setor de TIC interessadas na pesquisa também poderão participar. </p>
<p>Basta acessar o <a href="http://www.acate.com.br">site</a> da ACATE, clicando no banner superior, ou acessar a pesquisa <a href="http://rhtic.acate.com.br/maparh/">diretamente</a>. Para iniciar a pesquisa, será necessário informar o CNPJ da empresa e criar uma senha de acesso.</p>
<p>Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail <a href="mailto:mapeamento@acate.com.br">mapeamento@acate.com.br</a> ou então pelos telefones: 48 2107 2726 ou 2107 2705.</p>
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		<title>UFSC lança guia de fontes científicas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Agência de Comunicação da UFSC lança na sexta-feira, 13 de agosto, seu novo Guia de Fontes – Onde e Como Achar Informações Científicas. A apresentação acontece a partir das 17h, na Sala dos Conselhos, no prédio da Reitoria. O lançamento integra a agenda de comemorações do cinquentenário da UFSC. 
A Universidade Federal de Santa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agecom.ufsc.br/guia_fontes.php"><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/banner_guiafontes_ufsc_2010.jpg" alt="" title="Guia de Fontes da UFSC" width="150" height="170" class="alignright size-full wp-image-3386" /></a>A <a href="http://www.agecom.ufsc.br">Agência de Comunicação da UFSC</a> lança na sexta-feira, 13 de agosto, seu novo <a href="http://www.agecom.ufsc.br/guia_fontes.php">Guia de Fontes</a> – Onde e Como Achar Informações Científicas. A apresentação acontece a partir das 17h, na Sala dos Conselhos, no prédio da Reitoria. O lançamento integra a agenda de comemorações do cinquentenário da <a href="http://www.ufsc.br">UFSC</a>. </p>
<p>A Universidade Federal de Santa Catarina é uma das pioneiras na organização de publicações do gênero, recomendadas pela Associação Brasileira de Jornalismo Científico. A primeira edição do Guia de Fontes foi lançada em 1993 e a segunda em 1998. <span id="more-3384"></span></p>
<p>Nesta terceira edição, também organizada pela equipe da <strong>Agecom</strong>, foi adotado como suporte para busca de informações a <a href="http://lattes.cnpq.br">Plataforma Lattes</a>, organizada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (<a href="http://www.cnpq.br">CNPq</a>). A base de dados reúne currículos de pesquisadores e professores das instituições de ciência e tecnologia. A coleta de dados para o Guia foi efetivada a partir da lista de professores ativos na universidade, das informações registradas nos sites dos centros de ensino e dos currículos Lattes. </p>
<p>Guias impressos serão distribuídos a veículos de comunicação e instituições de Santa Catarina e outros Estados. Versão online está disponível no site da UFSC, possibilitando busca por palavras-chave (assuntos) ou pelo nome dos pesquisadores. Na internet o material poderá passar por revisões e acréscimos, já que em 2010 a UFSC realizou o maior concurso para docentes de sua história e novos pesquisadores já fazem parte do quadro. </p>
<blockquote><p><em>Um guia de fontes funciona como um ótimo localizador/buscador de linhas de pesquisa, publicações de ponta, potenciais orientadores, projetos sociais, parceiros em tecnologias duras, sociais e biológicas.</em></p>
<p>Professora Débora Peres Menezes, pró-reitora de Pesquisa e Extensão da UFSC</p></blockquote>
<p>Com mais de 400 equipes credenciadas junto ao Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, a UFSC tem se destacado em pesquisas de opinião e rankings nacionais. Em sua mais recente edição, <a href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?secao=arq&#038;id=20391">divulgada no mês de julho</a>, desta vez com avaliação de 12 mil instituições, o Ranking Mundial de Universidades na Web (Webometrics) traz a UFSC como terceira instituição de ensino superior brasileira e primeira entre as federais. O levantamento é organizado a partir da análise do material disponibilizado pelas universidades na internet. </p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=3384&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Projeto irá mapear carreiras do setor tecnológico catarinense</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 12:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 29 de julho, às 18h30, será lançado o projeto “Mapeamento de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina”. A ação é uma iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e da Prefeitura de Florianópolis (PMF), por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/mapeamento.jpg" alt="" title="Mapeamento. Crédito: Divulgação" width="230" height="154" class="alignright size-full wp-image-3283" />No próximo dia 29 de julho, às 18h30, será lançado o projeto “Mapeamento de Recursos Humanos em Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina”. A ação é uma iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (<a href="http://www.acate.com.br" target="_blank">ACATE</a>) e da Prefeitura de Florianópolis (<a href="http://www.pmf.sc.gov.br" target="_blank">PMF</a>), por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico Sustentável (<a href="http://www.pmf.sc.gov.br/smctdes" target="_blank">SMCTDES</a>).<span id="more-3279"></span></p>
<p>O objetivo é mapear todas as carreiras, habilidades e competências hoje existentes entre os profissionais que atuam no setor tecnológico de Santa Catarina. Serão identificados os números de profissionais empregados, a demanda reprimida do setor, o perfil e a qualificação técnica dos profissionais buscados pelas empresas, quantos empregos serão gerados no futuro entre outras informações. </p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-485" title="Moacir Marafon. Crédito: Divulgação" src="http://tisc.com.br/media/uploads/marafon_peq.jpg" alt="" width="180" height="229" />Com base nos dados captados pela pesquisa, ações coordenadas de formação profissional serão incentivadas.</p>
<blockquote><p><em>Queremos gerar oportunidades de inclusão social e buscar reduzir a atual carência por profissionais qualificados, hoje considerada um grande obstáculo ao desenvolvimento do nosso setor. Todos estes esforços fazem parte de um amplo projeto da ACATE &#8211; chamado Universidade Setorial -, que visa integrar todos os atores interessados no desenvolvimento do setor e capacitação de profissionais.</em></p>
<p>Moacir Antônio Marafon, vice-presidente da ACATE e coordenador das ações de capacitação</p></blockquote>
<p>Outro projeto será desenvolvido junto às instituições de ensino técnico e superior, o “Mapeamento de Cursos relacionados a Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina”. A proposta é identificar quais cursos na área tecnológica estas instituições oferecem e quantos profissionais formam anualmente para o mercado.</p>
<p>Ambos os formulários já podem ser preenchidos por qualquer empresa de tecnologia de Santa Catarina, a partir do site da <a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>.</p>
<p><strong>Palestra sobre liderança</strong></p>
<p>O evento também contará com a palestra “O Papel do Líder na Gestão de Pessoas”, que abordará temas relacionados aos desafios organizacionais frente a competitividade e o papel da gestão de pessoas. O desafio da liderança, levando em consideração o  desenvolvimento de competências, percepção, comunicação, motivação e feed back serão temas da palestra da professora da Fundação Dom Cabral Reivle Mano Nascimento de Melo.</p>
<p>Interessados em comparecer ao evento poderão confirmar presença pelo <a href="http://www.mapeamento.tangu.com.br" target="_blank">site</a> ou pelo telefone (48) 2107 2705.</p>
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		<title>ABES quer levar modelo catarinense para o país</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 14:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) divulgou nesta segunda-feira, em Florianópolis, a 6ª edição da pesquisa “Mercado Brasileiro de Software — Panorama e Tendências”. Conduzido pelo IDC (International Data Corporation), o relatório traz uma radiografia completa do cenário vivido por esse mercado em 2009, bem como as principais tendências que se destacarão no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.abes.org.br">ABES</a> (Associação Brasileira das Empresas de Software) divulgou nesta segunda-feira, em Florianópolis, a 6ª edição da pesquisa “Mercado Brasileiro de Software — Panorama e Tendências”. Conduzido pelo <a href="http://www.idclatin.com/brasil/">IDC</a> (International Data Corporation), o relatório traz uma radiografia completa do cenário vivido por esse mercado em 2009, bem como as principais tendências que se destacarão no segundo semestre de 2010. Pela primeira vez Florianópolis foi escolhida para a apresentação da pesquisa. </p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/abesacate.jpg" alt="Almoço que apresentou a pesquisa &quot;Mercado Nacional de Software&quot;" title="Almoço que apresentou a pesquisa &quot;Mercado Nacional de Software&quot;. Crédito: Rodrigo Lóssio" width="468" height="176" class="aligncenter size-full wp-image-3230" /><span id="more-3225"></span></p>
<blockquote><p><em>Trouxemos o evento para Santa Catarina por ser o segundo maior produtor nacional de tecnologia e pela ABES estar ampliando sua participação regional a começar pelo estado catarinense, via ACATE.</em></p>
<p>Gérson Schmitt, catarinense, presidente da ABES e diretor da ACATE</p></blockquote>
<p>A <a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>, juntamente com o <a href="http://www.cetic-sc.org.br">CETIC-SC</a>, foram apoiadores do almoço desta segunda-feira, que reuniu empresários e lideranças ligadas a entidades catarinenses de tecnologia. <a href="http://tisc.com.br/entidades/abes-e-acate-juntas-pelo-desenvolvimento-do-setor-de-ti-de-sc/">Recentemente</a>, a ACATE conveniou-se a ABES com o objetivo de ampliar a representatividade da entidade local nas instâncias federais, especialmente em Brasília.</p>
<blockquote><p><em>Queremos mostrar o modelo vencedor de ciência, tecnologia e inovação, além do associativismo empresarial, desenvolvido em Santa Catarina. A ABES será um destes caminhos. Um dos projetos que serão desenvolvidos com o apoio da ABES é desenvolver no próximo ano uma pesquisa setorial somente com empresas catarinenses, complementando o estudo da entidade nacional.</em></p>
<p>Rui Luiz Gonçalves, presidente da ACATE</p></blockquote>
<p><embed class="xg_slideshow" src="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/photo/slideshowplayer/slideshowplayer.swf?v=201007011252" quality="high" bgcolor="#" width="468" height="350" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" scale="noscale" wmode="opaque" FlashVars="feed_url=http%3A%2F%2Fcomunidadeacate.ning.com%2Fphoto%2Fphoto%2FslideshowFeedAlbum%3Fid%3D3858570%253AAlbum%253A2829%26mtime%3D1278363402%26x%3DLYGxEabqrwkeiX57whvu7aqr22ccbxZr&#038;autoplay=1&#038;hideShareLink=1&#038;config_url=http%3A%2F%2Fcomunidadeacate.ning.com%2Fphoto%2Fphoto%2FshowPlayerConfig%3Fx%3DLYGxEabqrwkeiX57whvu7aqr22ccbxZr%26xn_auth%3Dno%26feed_url%3Dhttp%253A%252F%252Fcomunidadeacate.ning.com%252Fphoto%252Fphoto%252FslideshowFeedAlbum%253Fid%253D3858570%25253AAlbum%25253A2829%2526mtime%253D1278363402%2526x%253DLYGxEabqrwkeiX57whvu7aqr22ccbxZr%26version%3DDEP-4928%253Acbbe365_11_11_8&#038;slideshow_title=&#038;fullsize_url=http%3A%2F%2Fcomunidadeacate.ning.com%2Fphoto%2Fphoto%2Fslideshow%3Ffeed_url%3Dhttp%253A%252F%252Fcomunidadeacate.ning.com%252Fphoto%252Fphoto%252FslideshowFeedAlbum%253Fid%253D3858570%25253AAlbum%25253A2829%2526mtime%253D1278363402" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"> </embed> <br /><small><a href="http://comunidadeacate.ning.com/photo/photo">Veja mais fotos como esta em <em>Comunidade ACATE</em></a></small></p>
<p><strong>Números</strong></p>
<p>De acordo com o estudo apresentado pela ABES, mantendo-se estável no cenário mundial de softwares e serviços, o mercado brasileiro ocupou a 12ª colocação no mundo, e movimentou cerca de US$ 15,3 bilhões em 2009 — saldo 2,4% acima do alcançado no ano anterior. Desse total, US$ 5,4 bilhões referem-se a softwares e US$ 9,9 bilhões a serviços, o equivalente a 1,70% e a 1,78% do mercado mundial, respectivamente. No mesmo período o mercado mundial de softwares e serviços registrou pequeno avanço de 0,89% e movimentou US$ 880 bilhões.</p>
<p><strong>Exportação de software e serviços</strong></p>
<p>Destaque para os resultados alcançados com a exportação. Durante o período o país registrou avanço de 7%, montante equivalente a US$ 363 milhões. As vendas de licenças de software especificamente tiveram salto de 12%.</p>
<blockquote><p><em>Consideramos esses valores um indício positivo da capacidade de reação do setor, confirmando um potencial muito grande a ser explorado fora do país. Mas em nossa avaliação, para alavancarmos as exportações, precisamos resolver problemas estruturais relacionados ao modelo setorial. Hoje os governos são os maiores produtores e concorrentes do setor, não estimulam pesquisa e inovação — à medida que dão preferência à utilização de softwares com fonte aberta, opção que também cria conflito ou dificuldades para a defesa da propriedade intelectual.</em></p>
<p>Gérson Schmitt, presidente da ABES</p></blockquote>
<p>Além disso, de acordo com o executivo, o modelo de exportação defendido pelo Governo baseia-se no crescimento das vendas de serviços em vez de apostar em inteligência empacotada, o que pode agravar ainda mais o contexto apresentado pelo IBGE, que estima a falta de 200 mil profissionais no setor e custos de mão-de-obra maiores que os principais concorrentes internacionais.</p>
<p><strong>Radiografia da indústria nacional</strong></p>
<p>Segundo estudo do IDC, atualmente o setor é composto por 8,5 mil empresas, das quais 76,5% dedicam-se ao desenvolvimento, distribuição e comercialização de softwares, formando uma cadeia de valor com grande potencial de expansão pela sua capilaridade no mercado interno.</p>
<p>Assim como nos dois últimos anos, quase 50% da demanda registrada foi proveniente dos mercados financeiro e industrial. Na sequência estão os segmentos de agroindústria, governo, comércio e serviços. </p>
<p><strong>Tendências e expectativas para 2010</strong></p>
<p>Segundo o IDC, as previsões para o segundo semestre de 2010 são bastante positivas. O mercado total de Tecnologia da Informação brasileiro terá aumento estimado em 6,5%, acima da América Latina, com 6,3%, e do mercado mundial de TI, com 3,5%. Especificamente em relação a software e serviços, a indústria nacional alcançará 8,5% de crescimento.</p>
<p>Algumas tendências impulsionarão tais resultados. A expansão da computação em nuvem, cuja demanda deve triplicar nos próximos cinco anos; a procura por aplicativos de análise e de inteligência para o negócio, que crescerá mais de 10% em 2010; o aumento significativo da venda de laptops e smartphones, ocasionado pelo número cada vez maior de usuários; e as oportunidades geradas com o advento da TV Digital, são alguns pilares que se destacarão ao longo desse ano e dos próximos períodos, segundo o presidente da ABES.</p>
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		<title>Spin-offs tecnológicos é tema de pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 12:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação TISC</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[O pesquisador catarinense Jonas Mendes Constante, formado pela ESAG/UDESC, está desenvolvendo uma pesquisa sobre o processo de comercialização de tecnologia por meio de spin-offs tecnológicos corporativos no Brasil. O estudo faz parte de um Mestrado dele na Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo.
Um spin-off tecnológico é o processo de criação de uma nova empresa, originada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-2871" title="FGVcenn" src="http://tisc.com.br/media/uploads/logoCENN-300x186.jpg" alt="" width="210" height="130" />O pesquisador catarinense Jonas Mendes Constante, formado pela <a href="http://www.esag.udesc.br" target="_blank">ESAG/UDESC</a>, está desenvolvendo uma <a href="http://www.spinoffs.com.br" target="_blank">pesquisa</a> sobre o processo de comercialização de tecnologia por meio de <strong>spin-offs tecnológicos corporativos no Brasil</strong>. O estudo faz parte de um Mestrado dele na <a href="http://www.fgv.br">Fundação Getúlio Vargas</a>, de São Paulo.<span id="more-2869"></span></p>
<p>Um spin-off tecnológico é o processo de criação de uma nova empresa, originada muitas vezes da área de pesquisa e desenvolvimento de uma grande corporação. A decisão de criar um braço tecnológico de uma maior se dá por diversos fatores, como a perspectiva de um novo negócio para comercializar tecnologia, da decisão da empresa maior de manter seu <em>core business</em>, repassando para uma menor a tarefa de comercialização do desenvolvimento gerado.</p>
<p>Empresas que realizam atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), com foco em inovação tecnológica e desenvolvimento de novos produtos e processos, lidam frequentemente com a decisão de cancelamento de projetos internos. Geralmente são projetos que não atingiram as metas e prazos de desenvolvimento propostas pela organização ou que simplesmente não geraram resultados de interesse para o atual negócio foco da empresa, sendo negócios para diferentes mercados e segmentos.</p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/jonasconstante.jpg" alt="" title="Jonas Constante. Crédito: Divulgação" width="183" height="183" class="alignright size-full wp-image-2874" />Antes de abandonarem esses projetos e assumir o prejuizo de meses ou anos de investimento, executivos precisam conhecer mecanismos capazes de aproveitar o valor gerado por estes projetos. O fato de não interessarem a empresa não significa a ausência de valor da tecnologia ou do protótipo desenvolvido. Um desses mecanismos é a geração de spin-offs tecnológicos.</p>
<blockquote><p><em>Em uma nova estrutura organizacional, os resultados de esforços de inovação que para a grande empresa podem não interessar, tornam-se ativos valiosos que colocam a récem criada empresa em vantagens competitivas sobre seus concorrentes. A decisão de explorar comercialmente uma tecnologia produzida internamente através de uma estrutura externa pode alavancar os resultados da empresa-mãe (como são conhecidas as empresas geradoras dos spin-offs), diminuir o risco do negócio principal, aumentar o acesso da empresa-mãe para futuras inovações e ainda estimular o empreendedorismo corporativo. </em></p>
<p>Jonas Mendes Constante, pesquisador da FGV/SP</p></blockquote>
<p>O pesquisador aponta alguns benefícios para a empresa-mãe:</p>
<ul>
<li>Alavancar os resultados da empresa-mãe no médio e longo prazo</li>
<li>Diminuição do risco do negócio principal</li>
<li>Aumento do acesso da empresa-mãe para futuras inovações</li>
<li>Estimulo ao empreendedorismo corporativo</li>
</ul>
<p>Empresas que já tenham realizado spin-offs tecnológicos podem participar da pesquisa entrando em contato com os coordenadores através do <a href="http://www.spinoffs.com.br" target="_blank">site</a>. Serão desenvolvidos casos de estudo para a pesquisa e para futuros cursos que serão ministrados pela FGV-SP.</p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2869&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Estudo aponta modelo de incubação virtual</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[acate]]></category>
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		<category><![CDATA[ecole nationale supérieure des mines]]></category>
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		<category><![CDATA[jamile sabatini marques]]></category>
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		<description><![CDATA[Reproduzir o modelo de sucesso que incubadoras físicas de empresas de base tecnológica oferecem a negócios nascentes para uma proposta de incubação virtual, a distância, foi objeto de uma pesquisa apresentada noMestrado de Gestão em Inovação, da Ecole Nationale Supérieure des Mines – Saint-Etienne. O estudo foi desenvolvido em cima de um modelo a ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/jamilesabatinimarques.jpg" alt="Jamile Sabatini Marques" title="Jamile Sabatini Marques. Crédito: Felipe Christ" width="230" height="305" class="alignright size-full wp-image-2742" />Reproduzir o modelo de sucesso que incubadoras físicas de empresas de base tecnológica oferecem a negócios nascentes para uma proposta de incubação virtual, a distância, foi objeto de uma pesquisa apresentada noMestrado de Gestão em Inovação, da <a href="http://www.emse.fr/" target="_blank">Ecole Nationale Supérieure des Mines</a> – Saint-Etienne. O estudo foi desenvolvido em cima de um modelo a ser implementado no <a href="http://www.miditecnologico.com.br">MIDI Tecnológico</a>, incubadora de Florianópolis administrada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (<a href="http://www.acate.com.br">ACATE</a>) e mantida pelo <a href="http://www.sebrae-sc.com.br">SEBRAE-SC</a>.</p>
<p>Com o título &#8220;Incubação virtual: um estudo para ampliar o apoio às empresas da incubadora MIDI Tecnológico&#8221;, a autora do projeto, a coordenadora do MIDI, Jamile Sabatini Marques, apresentou um modelo de associação virtual que visa atender a crescente demanda de empreendedores em estarem ligados a uma incubadora de referência. Em 2008, o MIDI Tecnológico recebeu o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador como a melhor incubadora de base tecnológica do país. <span id="more-2741"></span></p>
<p>A instituição conta hoje com 15 módulos para incubação na modalidade de residente. Estas empresas recebem apoio e suporte técnico e gerencial no início e durante as etapas de desenvolvimento dos seus negócios, em um ambiente de colaboração de ideias e parcerias. Durante o ano todo, mantém seu processo seletivo em aberto. </p>
<p>A proposta de incubação virtual presente na dissertação procurou encontrar uma solução viável e de qualidade para atender a demanda reprimida. Levou em conta outras experiências que o próprio MIDI já teve na modalidade virtual, com dificuldades na gestão e em buscar o comprometimento das empresas. Em 2005, o projeto foi abortado diante da falta de mecanismos e ferramentas para dar apoio efetivo aos negócios incubados virtualmente &#8211; problema este que a dissertação desenvolvida pela coordenadora do MIDI se propôs a estudar e apresentar nova solução. </p>
<p>Recentemente foi retomado diante da crescente procura pela incubadora, que apresenta hoje índices de 93% de sucesso entre empresas graduadas &#8211; as que já saíram do ambiente de incubação. Entre as ferramentas que estão em implementação para viabilizar e fomentar o modelo de incubação virtual estão o desenvolvimento de um portal corporativo e colaborativo, além da implantação de um sistema integrado de gestão, que pretende dar apoio aos negócios ligados a incubadora nesta modalidade. </p>
<blockquote><p><em>Queremos por meio da incubação virtual expandir com sustentabilidade e consistência nossas ações em benefício do empreendedorismo e do desenvolvimento local, missão da nossa incubadora. Quando abrimos uma vaga para incubação nas nossas instalações, temos sempre uns dez empreendimentos a serem avaliados e selecionados.</em></p>
<p>Jamile Sabatini Marques, coordenadora do MIDI Tecnológico</p></blockquote>
<p>Entre as iniciativas relacionadas à incubação virtual, destacam-se duas parcerias que o MIDI está desenvolvendo com fundos de investimento para que empresas investidas tenham direito a vagas na incubadora na modalidade virtual, dando todo o apoio e acesso do negócio às consultorias que a incubadora oferece.</p>
<p><strong>Sobre o MIDI Tecnológico</strong></p>
<p>Criada em agosto de 1998, a incubadora MIDI Tecnológico, de Florianópolis, já graduou 42 empresas e possui 15 incubadas residentes e quatro virtuais. O MIDI foi eleito, em 2008, a melhor incubadora de base tecnológica do Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC). É mantido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE-SC) e administrado pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE).</p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2741&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Diretoria da Petrobras visita Sapiens Parque</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação TISC</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[inpetro]]></category>
		<category><![CDATA[josé eduardo fiates]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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		<category><![CDATA[sapiens parque]]></category>
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		<description><![CDATA[O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, e o gerente geral do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), Ricardo Beltrão, visitam as obras do Instituto do Petróleo, Gás e Energia (InPetro), em construção no Sapiens Parque, nesta segunda às 14h30.
Resultado da parceria entre Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Petrobras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/petrobras.gif" alt="Petrobras" title="Petrobras" width="230" height="142" class="alignright size-full wp-image-2281" />O diretor de Exploração e Produção da <a href="http://www.petrobras.com.br" target="_blank">Petrobras</a>, Guilherme Estrella, e o gerente geral do Centro de Pesquisas da Petrobras (<a href="http://www2.petrobras.com.br/EspacoConhecer/APetrobras/PesqTecno_centro.asp" target="_blank">Cenpes</a>), Ricardo Beltrão, visitam as obras do <strong>Instituto do Petróleo, Gás e Energia (InPetro)</strong>, em <a href="http://tisc.com.br/pesquisa/maquinas-trabalhando-no-sapiens-parque/">construção</a> no <a href="http://www.sapiensparque.com.br" target="_blank">Sapiens Parque</a>, nesta segunda às 14h30.</p>
<p>Resultado da parceria entre Universidade Federal de Santa Catarina (<a href="http://www.ufsc.br" target="_blank">UFSC</a>) e a Petrobras, o projeto soma investimentos de R$ 32 milhões e será inaugurado em 2010.  Até o final do segundo ano de operação, a expectativa é gerar cerca de 150 empregos e, em longo prazo, empregar 500 pessoas e envolver cerca de 300 pesquisadores. O Instituto vai se dedicar a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia voltada à energia renovável e à exploração do petróleo pré-sal. <span id="more-2280"></span></p>
<blockquote><p>Estamos em uma nova era de pesquisa, o InPetro é um marco na política de investimento em estudos relacionados à energia. Com o avanço das pesquisas, o país pode exportar muito mais do que petróleo e se consolidar como uma rede de bens e serviços.</p>
<p>José Eduardo Fiates, diretor executivo do Sapiens</p></blockquote>
<p><strong>Em busca do pré-sal</strong><br />
Em uma área de 9 mil metros quadrados, o Instituto contará com laboratórios de pesquisa e um tanque experimental, onde será desenvolvido um sistema de visão submarina para monitorar estruturas e auxiliar no reparo de cascos de navios. Também vai contar três poços secos com 120 metros de profundidade para testar técnicas de bombeamento de petróleo utilizando outros líquidos e desenvolver tubos de fibra de vidro e de carbono, que são imunes à corrosão, para uso nas plataformas.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de imprensa do Sapiens Parque</em></p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2280&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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