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	<title>TI Santa Catarina &#187; Editorial</title>
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	<description>Tecnologia e Inovação em Santa Catarina</description>
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		<title>TI Santa Catarina na Futurecom 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 13:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O TI Santa Catarina estará na Futurecom 2011 a partir desta segunda-feira, dia 12 de setembro, em São Paulo (SP). Traremos aqui as novidades do maior evento de telecomunicações e tecnologia da informação da América Latina, destacando principalmente a participação das empresas catarinenses.

Além dos posts das empresas do Estado, publicaremos ao fim de cada dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>TI Santa Catarina</strong> estará na <a href="http://www.futurecom.com.br">Futurecom 2011</a> a partir desta segunda-feira, dia 12 de setembro, em São Paulo (SP). Traremos aqui as novidades do maior evento de telecomunicações e tecnologia da informação da América Latina, destacando principalmente a participação das empresas catarinenses.</p>
<p><img class="size-full wp-image-4630 aligncenter" title="Futurecom" src="http://tisc.com.br/media/uploads/futurecom2011.jpg" alt="" width="453" height="109" /><span id="more-4629"></span></p>
<p>Além dos posts das empresas do Estado, publicaremos ao fim de cada dia um resumo com notas sobre as principais palestras, lançamentos, novidades e coletivas de grandes empresas do cenário de tecnologia do país e do mundo.</p>
<p>Acompanhe também nossa cobertura pelo <a href="http://twitter.com/tisc">twitter do TI Santa Catarina</a>. Se tiver sugestões de posts, releases e notas, envie suas sugestões pelo nosso <a href="http://tisc.com.br/fale-conosco/">formulário</a>.</p>
<p>Confira alguns destaques do evento deste ano:</p>
<p><strong>Inovações do Futurecom 2011</strong><br />
<em>Internet Arena:</em> com a crescente Convergência de Serviços e as demandas de tráfego geradas pela intensificação de Conteúdo nas Redes, trazendo para as Comunicações como um todo um novo conjunto de instigantes desafios, a Provisuale decidiu criar dentro do Futurecom, o Segmento Internet Arena, visando discutir os diversos aspectos inerentes ao Mundo da Internet, hoje permeando mais do que nunca toda a sociedade.</p>
<p>John Maddog Hall e Paul Mockapetris, o criador do DNS, serão importantes atrações do Internet Arena.</p>
<p><em>Mega Trends Day:</em> Uma iniciativa visando não perder o foco nos avanços das modernas tecnologias, dos benefícios que as mesmas geram para a Sociedade e das profundas transformações sociais, econômicas e comportamentais trazidas por elas, num Mundo que se apresenta cada vez mais competitivo.</p>
<p>Hiperconectividade, Cidades Inteligentes e Segurança digital, A Guerra dos Ecosistemas, O Controle das Informações, MVNOs, Internet of Things e o Estilo de Vida no Mundo Digital, são alguns dos temas a serem discutidos por renomados Palestrantes Internacionais, como Jeffrey Cole, John Strand, John Dvorak.</p>
<p><em>Futurecom App Universe: </em>Reflexo das grandes mudanças trazidas pelos modernos sistemas operacionais, os quais proporcionam um sem número de facilidades novas para os Usuários, IOS, Android e competindo num futuro próximo o novo Windows mobile e o WEB OS.</p>
<p>Peter Suh, CEO Mundial do WAC – Wholesale Applications Community, sera a grande atração do App Universe, trazendo uma visão inovadora e que poderá gerar grandes transformações neste sub-Ecosistema.</p>
<p><strong>A UIT no Futurecom 2011</strong><br />
Pela primeira vez no Brasil, a mais importante Autoridade das Telecomunicações Mundiais vem ao Brasil, para participar como Keynote Speaker do Futurecom.<br />
O Keynote Address de Hamadoun Touré – Secretary – General da ITU, é aguardado com grande expectativa pela Comunidade de Telecomunicações do Brasil e da América Latina.</p>
<p><strong>A Presença dos mais importantes Executivos de Telecomunicações, TI e Internet no Futurecom 2011</strong><br />
Antonio Carlos Valente da Telefonica, Francisco Valim da OI, Luis Miguel Gilperez da VIVO, Luca Luciani da TIM, Amos Genish da GVT, Carlos Zenteno da Claro, Zeinal Bava da Portugal Telecom, Otávio Marques de Azevedo da OI. Aluizio Byrro da Nokia-Siemens, Jonio Foigel da Alcatel-Lucent, Rodrigo Abreu da Cisco, Humberto Cagno da Siemens Enterprise, Flecha de Lima da Huawei, Ricardo Pelegrini da IBM, Eliandro Neves da ZTE, Hélio Graciosa do CPqD, Cyro Dihel da Oracle, Herberto Yamamuro da NEC, Luiz Alexandre Garcia do Grupo Algar, Sérgio Quiroga da Ericsson, David Caproni da Juniper, Marcelo Fortes da Accenture, Demi Getschko do CGI, Jean Pierre Bienamé, do UMTS Forum, dentre tantos nomes importantes.</p>
<p><strong>A Presença Político-Regulatória no Futurecom 2011</strong><br />
O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o Secretario Executivo, Cézar Alvarez, o Secretário de Telecomunicações, Maximiliano Martinhão, o Presidente da Anatel, Embaixador Ronaldo Sardenberg e seus Conselheiros, os Presidentes das Comissões de Ciência e Tecnologia do Senado, Senador Eduardo Braga, e da Câmara, Deputado Federal Bruno Cavalcanti de Araujo.</p>
<p>Presenças honrosas também prestigiando o Brasil e o Futurecom, o Ministro de TIC, Diego Molano Vega e o Chefe do Órgão Regulador da Colômbia, Cristhian Ortiz Lizcano.</p>
<p><strong>A Presença de CEOs Mundiais</strong><br />
Rajeev Suri, da Nokia-Siemens, Charlie Vogt da Genband, Hamid Akhavan Malayeri da Siemens Enterprise, Zeinal Bava da Portugal Telecom, John Hall da Linux.</p>
<p><strong>Painéis de Debates</strong><br />
Temas como Banda Larga, Cloud Computing, Cidades Inteligentes, MVNOs, as Comunicações Multimídia, o Ecossistema dos Sistemas Operacionais Móveis, a Infraestrutura para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, as Redes sociais, O Mundo dos Tablets e dos Smartphones e tantos outros de grande interesse.</p>
<p><strong>Business Trade Show</strong><br />
Mais de 200 Expositores de dezenas de paises, demonstrando Aplicações, Soluções, Serviços, Equipamentos e Sistemas, para um público composto de Clientes Corporativos, Operadores, Fornecedores de Bens e de Serviços, Órgãos Reguladores, Governo e a Imprensa Geral e Especializada de diversos países.</p>
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		<title>Vale do Silício tupiniquim: multi-clusters e lideranças transformadoras</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terminamos hoje a série de posts Vale do Silício tupiniquim, que procurou debater neste espaço o presente e o futuro do polo tecnológico de Florianópolis tendo no horizonte a experiência americana vitoriosa do Sillicon Valley, na Califórnia. 
Foram 14 aspectos destacados por quem acompanhou de perto o desenvolvimento do polo tecnológico mais conhecido do mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/valedosilicio.jpg" alt="" title="Vale do Silício tupiniquim?" width="200" height="200" class="alignright size-full wp-image-2650" />Terminamos hoje a série de posts <a href="http://tisc.com.br/tag/vale-do-silicio-tupiniquim">Vale do Silício tupiniquim</a>, que procurou debater neste espaço o presente e o futuro do polo tecnológico de Florianópolis tendo no horizonte a experiência americana vitoriosa do <em>Sillicon Valley</em>, na Califórnia. </p>
<p>Foram <a href="http://tisc.com.br/editorial/a-receita-para-um-vale-do-silicio-tupiniquim/">14 aspectos</a> destacados por quem acompanhou de perto o desenvolvimento do polo tecnológico mais conhecido do mundo &#8211; William Miller, ex-reitor da Stanford University, que esteve em Florianópolis em novembro. <span id="more-2754"></span></p>
<p>Nos dois últimos itens da lista de Miller, Florianópolis está no caminho na busca de reinventar sua identidade como polo, a partir de clusters de mercado, com lideranças nas mais diversas áreas.</p>
<h2>13) Poder de <em>multi-clusters</em> dentro do ambiente de inovação</h2>
<p>A consolidação do Vale do Silício fez com que as empresas passassem a se organizar por segmentos de desenvolvimento e atuação. Com isso, sugiram <em>clusters</em> de internet, biotecnologia, engenharia, eletrônica, informática, entretenimento, dentre outros. Da sinergia destes grupos e da constante troca de informações, surgiram gigantes como a Google, por exemplo.</p>
<p>Florianópolis caminha também para esta verticalização na atuação de suas empresas. Já estão sendo formados <em>clusters</em> nos segmentos de energia, segurança eletrônica, biotecnologia e saúde, entretenimento digital, tecnologia têxtil, agronegócio, dentre outros. O desenvolvimento e o crescimento do polo se dará pelo fortalecimento da atuação e colaboração das empresas baseadas nestas verticais, atendendo suas especificidades e necessidades.</p>
<h2>14) Liderança para transformar</h2>
<p>Não dá para ter uma iniciativa como o Vale do Silício se não houver lideranças. Para Miller, são elas que são as agentes de mudança, ao pensarem e agirem de forma distinta. O próprio Miller foi um destes agentes. </p>
<p>O ex-reitor da <a href="http://www.ufsc.br" target="_blank">UFSC</a>, Caspar Erich Stemmer, foi uma das lideranças para o polo tecnológico de Florianópolis, ao criar e consolidar o Centro Tecnológico da Universidade. A criação da <a href="http://www.certi.org.br" target="_blank">Fundação Certi</a>, berço de grandes inovações geradas na Ilha de Santa Catarina, tem até hoje a liderança de seu superintendente Carlos Alberto Schneider. </p>
<p>Mais recentemente, no segmento empresarial, o ex-presidente da <a href="http://www.acate.com.br" target="_blank">ACATE</a> Alexandre d&#8217;Avila da Cunha e o atual presidente Rui Luiz Gonçalves tem liderado projetos em prol do associativismo inovador. São ações dentro do empreendedorismo cívico &#8211; como o presidente da ACATE costuma colocar em eventos que discursa.</p>
<p>À frente de iniciativas como <a href="http://www.sapiensparque.com.br" target="_blank">Sapiens Parque</a>, um projeto de inovação ao Norte da Ilha, está seu diretor executivo José Eduardo Fiates &#8211; respeitado nacionalmente por sua atuação entre parques tecnológicos e incubadoras. </p>
<p>No âmbito governamental se destacou o ex-governador Vilson Kleinubing, que apoiou fortemente a criação da primeira incubadora de base tecnológica do país e do lançamento do Parque Tecnológico Alfa, o primeiro da capital. O atual governador, Luiz Henrique da Silveira, foi ministro de Ciência e Tecnologia do Brasil nos anos 80. Além disso, o professor, ex-reitor da UFSC, Antônio Diomário de Queiroz, hoje à frente da <a href="http://www.fapesc.sc.gov.br" target="_blank">FAPESC</a>, tornou-se uma das principais lideranças do segmento a se tornar um dos criadores da Lei Catarinense de Inovação.</p>
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		<title>Vale do Silício tupiniquim: especialistas, qualidade de vida e pensar global</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A série Vale do Silício tupiniquim caminha para o fim. Este é o penúltimo post que destaca como Florianópolis está posicionada em 14 aspectos apontados pelo ex-reitor da Stanford University como vitais para a criação de um ambiente único de inovação e empreendedorismo, na área de tecnologia.
Nos pontos 10, 11 e 12, William F. Miller [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/valedosilicio.jpg" alt="" title="Vale do Silício tupiniquim?" width="200" height="200" class="alignright size-full wp-image-2650" />A série <a href="http://tisc.com.br/tag/vale-do-silicio-tupiniquim">Vale do Silício tupiniquim</a> caminha para o fim. Este é o penúltimo post que destaca como Florianópolis está posicionada em <a href="http://tisc.com.br/editorial/a-receita-para-um-vale-do-silicio-tupiniquim/">14 aspectos apontados</a> pelo ex-reitor da Stanford University como vitais para a criação de um ambiente único de inovação e empreendedorismo, na área de tecnologia.</p>
<p>Nos pontos 10, 11 e 12, William F. Miller defende três aspectos fundamentais para que a capital catarinense torne-se cada vez mais referência como polo tecnológico. Especialistas de negócios em diversas áreas, a existência de um ambiente com qualidade de vida e o pensamento global das empresas são os três aspectos lembrados por Miller ao lembrar o Vale do Silício.<span id="more-2746"></span></p>
<h2>10) Especialistas de negócios</h2>
<p>O grande sucesso de um polo tecnológico não se faz só pela competência dos profissionais especializados em áreas como engenharia e computação. Para fomentar negócios, é preciso também especialistas em áreas como jurídica, contábil, tributária, marketing e comunicação. O Vale do Silício se apoiou nestas competências para desenvolver um ambiente único. </p>
<p>Florianópolis começa a dispor de uma rede de profissionais que atuam no apoio direto às empresas, especializando-se nas necessidades específicas e própria do setor tecnológico. Já há profissionais de contabilidade e advocacia, agências e assessorias em comunicação e marketing, dentre outros serviços especializados. Segundo a FINEP, no setor de tecnologia, para cada emprego direto gerado, outros 15 indiretos são criados &#8211; contribuindo diretamente na importância do setor como economia organizada.</p>
<h2>11) Alta qualidade de vida</h2>
<p>Não só de tecnologia vive a região do Vale do Silício. Destaca-se lá a alta qualidade de vida da população que vive em torno da rica região. Moradias adequadas e sustentáveis, com alto padrão imobiliário, é um dos destaques. Além disso, o transporte é eficiente e privilegia meios alternativos. </p>
<p>Florianópolis é reconhecida internacionalmente pelas suas belas praias e por possuir um dos melhores índices de desenvolvimento humano entre as capitais brasileiras. A cidade desfruta ainda de ares provincianos, se comparado com outros grandes centros brasileiros. Isso a torna um grande polo de atração de pessoas em busca desta qualidade de vida aqui ainda encontrada. </p>
<p>Porém problemas como o da mobilidade urbana &#8211; Florianópolis foi considerada recentemente como a segunda pior no país neste quesito &#8211; e o aumento da violência urbana tem prejudicado o desempenho da capital dos catarinenses neste quesito. O grande desenvolvimento imobiliário nos últimos anos também preocupa se na vir acompanhado de infraestrutura de esgoto, água e energia.</p>
<h2>12) Conexões globais</h2>
<p>O Vale do Silício é uma iniciativa americana, mas que conta com mentes brilhantes de todas as partes do mundo. As principais inovações geradas no Vale ocorreram por conta das  redes mundiais constituídas. A inovação não ocorre em um único lugar geográfico, defende Miller. Japoneses, chineses, indianos e europeus se juntaram aos americanos para construir na Califórnia um dos principais centros econômicos do mundo. O Estado que abriga o Vale do Silício, se fosse considerado um país, seria a sétima economia do mundo. </p>
<p>Florianópolis precisa ser um polo de atração de pesquisadores e empreendedores de todo o Brasil e de até outros países para ampliar e estabelecer relacionamento direto com o resto do mundo. Empresas catarinenses precisam começar a pensar global, desde a concepção do seu negócio, não se preocupando só com o grande mercado interno existente no país.</p>
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		<title>Vale do Silício tupiniquim: ambientes abertos e colaborativos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 20:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um mundo sem fronteiras para o comércio e para prestação de serviços. A tecnologia talvez seja um dos negócios que mais se beneficiam com a globalização &#8211; ela mesmo contribui diretamente para que todas estas fronteiras caiam, já que a internet contribui ativamente nas relações de negócios entre os países.
Nos dois aspectos de hoje, William [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/valedosilicio.jpg" alt="" title="Vale do Silício tupiniquim?" width="200" height="200" class="alignright size-full wp-image-2650" />Um mundo sem fronteiras para o comércio e para prestação de serviços. A tecnologia talvez seja um dos negócios que mais se beneficiam com a globalização &#8211; ela mesmo contribui diretamente para que todas estas fronteiras caiam, já que a internet contribui ativamente nas relações de negócios entre os países.</p>
<p>Nos dois aspectos de hoje, William F. Miller destaca como decisivo para a criação de um polo tecnológico de sucesso a existência de um ambiente de negócios abertos e que seja, ao mesmo tempo, colaborativo, integrador.<span id="more-2713"></span></p>
<p>Vamos a eles:</p>
<h2>8) Ambiente de negócios aberto</h2>
<p>País desenvolvidos sempre foram reconhecidos por terem ambientes favoráveis aos negócios, com políticas de livre comércio, acordos com diversos países e, no caso do segmento tecnológico, mentalidade para atuarem com seus produtos e serviços em todo o mundo. </p>
<p>O Brasil é um grande mercado consumidor de tecnologia para a própria indústria nacional, nas suas mais diversas economias. É comum terem empresas catarinenses e de Florianópolis que tenham mais de 80% de seus clientes de produtos de tecnologia como software e hardware de fora de Santa Catarina. O ambiente é cada vez mais favorável para a promoção de negócios tanto internamente, como também tendo em vista o mercado externo. O Governo Federal tem sido um fomentador do segmento, com suas agências de promoção da tecnologia brasileira no exterior. </p>
<h2>9) Ambiente de colaboração</h2>
<p>O Vale do Silício é impulsionado por uma grande rede que envolve os empresários, entidades associativistas, instituições governamentais e centros de ensino e pesquisa. Há um entendimento e um processo colaborativo, mesmo sem ter um governo central do Vale &#8211; são vários municípios com agentes locais de coordenação. </p>
<p>O polo tecnológico de Florianópolis tem nas suas bases três vertentes essenciais: o apoio dos governos municipal e estadual, a Universidade Federal de Santa Catarina e as empresas e suas incubadoras. O grande sucesso do polo decorre da interação contínua destas três instâncias, que se comunicam e interagem em prol do setor. </p>
<p>As pontes existem, mas precisam ser cada vez mais solidificadas e atuarem em consonância &#8211; já que nos últimos anos multiplicaram-se as instituições interessadas no desenvolvimento do segmento. Recentemente a prefeitura criou uma secretaria que tem entre seus principais focos o atendimento aos anseios do segmento empresarial e acadêmico do setor tecnológico. </p>
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		<title>Vale do Silício tupiniquim: cultura inovadora e empreendedora</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cenário de negócios e o relacionamento entre governo, empresas, universidades e entidades interessadas no desenvolvimento tecnológico de suas regiões são algumas das principais diferenças quando se compara os Estados Unidos ao Brasil. Mas nenhum outro aspecto é tão gritante quanto o fator cultural. Aí as diferenças ainda são abissais.
Nos próximos dois aspectos destacados por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/valedosilicio.jpg" alt="" title="Vale do Silício tupiniquim?" width="200" height="200" class="alignright size-full wp-image-2650" />O cenário de negócios e o relacionamento entre governo, empresas, universidades e entidades interessadas no desenvolvimento tecnológico de suas regiões são algumas das principais diferenças quando se compara os Estados Unidos ao Brasil. Mas nenhum outro aspecto é tão gritante quanto o <strong>fator cultural</strong>. Aí as diferenças ainda são abissais.</p>
<p>Nos próximos dois aspectos destacados por William F. Miller como fatores decisivos para a criação de um polo tecnológico aos moldes do Vale do Silício fica claro que é preciso uma mudança de mentalidade &#8211; não só dos empresários, mas da própria sociedade. </p>
<h2>6) Clima favorável para o risco empresarial e tolerância aos erros</h2>
<p>O americano está muito mais propenso a arriscar quando empreende. Há uma cultura empreendedora que faz com que a sociedade não condene um jovem que tenha fracassado nas suas primeiras tentativas como empresário. </p>
<p>No Brasil, se um indivíduo tem sua empresa fechada por dificuldades de mercado ou falta de investimento, todas as portas passam a se fechar para uma nova tentativa de empreender. O esforço precisa ser redobrado. O empreendedor é socialmente condenado pela família, pelos amigos, e, muitas vezes, financeiramente aos olhos de instituições financeiras.</p>
<p>Inovar é assumir riscos. E quando se aponta no horizonte tecnológico, um empreendimento que deu errado facilmente pode amanhã se reinventar, se tiver imbuído do espírito inovador e orientado para o mercado que pretende atuar. O importante é que o conhecimento e o capital intelectual gerado não se perdem &#8211; se renovam. </p>
<h2>7) Conhecimento em capital de risco</h2>
<p>O mercado de venture capital dos Estados Unidos é um dos maiores e mais competitivos do mundo. Empresas nascentes que tenham a inovação no DNA e boas ideias a serem desenvolvidas facilmente captam recursos junto a fundos de investimento e investidores anjo, mesmo sem terem um modelo de negócio ainda claro. </p>
<p>Outro aspecto importante é que grande parte de quem investe não está só preocupado em fazer reengenharia financeira, mas sobretudo participar do negócio e fazer valer em prol da empresa investida seus conhecimentos de mercado e suas redes de relacionamento. </p>
<p>Florianópolis já tem um histórico de iniciativas voltadas ao capital de risco. Diversos fundos já aportaram em empresas catarinenses de tecnologia as ajudando na sua fase inicial. Falta ainda em grande parte este aspecto do investidor realmente participar dos negócios e não ser um mero capitalizador de recursos. </p>
<p>Diversos <a href="http://tisc.com.br/tag/seed-forum/">fóruns</a> já foram realizados na região tendo como objetivo aproximar possíveis investidores de negócios promissores. Além disso, surgiram em Florianópolis consultores especializados em atuar na orientação de empreendedores e também na mediação com investidores, como é o caso da <a href="http://www.bzplan.bz" target="_blank">BZPlan</a>.</p>
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		<title>Vale do Silício tupiniquim: flexibilidade das leis trabalhistas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 17:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguindo a série de aspectos que norteiam a criação de um polo tecnológico de sucesso, tendo como norte o Vale do Silício, hoje trazemos três pontos ligados a flexibilidade da legislação trabalhista brasileira. Este é um dos aspectos que mais prejudica o país no aspecto de concorrência com os grandes players de serviços de tecnologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/valedosilicio.jpg" alt="" title="Vale do Silício tupiniquim?" width="200" height="200" class="alignright size-full wp-image-2650" />Seguindo a série de aspectos que norteiam a criação de um polo tecnológico de sucesso, tendo como norte o Vale do Silício, hoje trazemos três pontos ligados a flexibilidade da legislação trabalhista brasileira. Este é um dos aspectos que mais prejudica o país no aspecto de concorrência com os grandes <em>players</em> de serviços de tecnologia no mundo.<span id="more-2674"></span></p>
<h2>3) Políticas trabalhistas favoráveis</h2>
<p>Países desenvolvidos como os Estados Unidos descobriram há décadas que precisam flexibilizar a relação de trabalho entre empresas e trabalhadores para garantir o crescimento. O governo americano pouco interfere no relacionamento entre empregados e empregadores. O próprio mercado estabelece estas relações e as leis trabalhistas são tão liberais que benefícios comuns aqui no Brasil como décimo terceiro salário e férias remuneradas são definidas de acordo com a política de cada empresa. </p>
<p>No Brasil, sabe-se que as amarras são demasiadas. É notório que a legislação trabalhista brasileira é um dos principais vetores para que o país perca em competitividade no cenário econômico internacional, especialmente no aspecto tecnológico. A alta tributação aqui, aliada aos melhores salários em países mais desenvolvidos, tem incentivado a migração de jovens formados em instituições como a UFSC para centros de tecnologia nos Estados Unidos, China, Taiwan, Alemanha e França. </p>
<h2>4) Resultados orientados pela meritocracia</h2>
<p>Esta realidade encontrada em regiões como o Vale do Silício decorre muito da própria flexibilização trabalhista americana. Mas pode ser replicada pelas empresas de base tecnológica da capital catarinense. </p>
<p>Há alguns casos de estagiários que tornaram-se em alguns anos sócios das empresas que ajudaram a desenvolver enquanto startups. Há também empregados de anos de carreira que, incentivados e reconhecidos por seus patrões, optaram por empreender. Grande parte dos profissionais que entram como estagiários nas empresas são contratados antes mesmo de se formarem, como forma de reconhecimento e pela importância de seus serviços.</p>
<h2>5) Flexibilidade e trabalho móvel</h2>
<p>Em grandes centros econômicos, trabalhar de casa tem sido uma alternativa cada vez mais adotada. Com o apoio de ferramentas tecnológicas e com o próprio advento da internet, grandes companhias americanas mantém parte de seus funcionários nesta modalidade pela reduções de custos e por, em muitos casos, ampliar a produtividade de seus profissionais. </p>
<p>No Brasil, o tele-trabalho carece de regulamentação e há dificuldades no estabelecimento de contratos de prestação de serviços por profissionais atuando como pessoa jurídica, por conta dos riscos que esta forma de trabalho oferece às empresas. </p>
<p>Em cidades como Florianópolis há ainda um componente extra dificultador: normalmente quando uma pessoa jurídica é registrada em um endereço residencial, é classificada como ex-ofício junto à Prefeitura. Essa situação é considerada irregular, por geralmente a empresa não possui o alvará dos bombeiros para funcionamento comercial. Sendo assim, fica sujeita a pagar uma taxa anual por estar nesta condição.</p>
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		<title>Vale do Silício tupiniquim: o papel da universidade</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 18:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iniciamos hoje a série de posts sobre os passos que Florianópolis precisar dar e melhorar para, de fato, poder ser comparada, mesmo que minimamente, ao tão aclamado Vale do Silício.
O próprio William F. Miller, ex-reitor da Universidade de Stanford, afirma que nenhum polo tecnológico no mundo conseguirá ser ou chegar próximo a realidade que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/valedosilicio.jpg" alt="" title="Vale do Silício tupiniquim?" width="200" height="200" class="alignright size-full wp-image-2650" />Iniciamos hoje a série de posts sobre os passos que Florianópolis precisar dar e melhorar para, de fato, poder ser comparada, mesmo que minimamente, ao tão aclamado Vale do Silício.</p>
<p>O próprio William F. Miller, ex-reitor da Universidade de Stanford, afirma que nenhum polo tecnológico no mundo conseguirá ser ou chegar próximo a realidade que foi e é o Sillicon Valley para aquela região, para os Estados Unidos e para o mundo. Perseguir e se apresentar competitiva e alguns dos 14 aspectos apontados por Miller já é um grande passo para as regiões tecnológicas.</p>
<p>E para Floripa, como um dos principais polos tecnológicos do país, não é diferente. Vamos a dois aspectos apontados por Miller:</p>
<h2>1) Intensidade de conhecimento</h2>
<p>A <strong>Stanford University</strong> é o grande celeiro de pesquisadores e jovens sedentos por abrir empresas inovadoras. De lá surgiram grandes nomes do cenário tecnológico mundial, como Steven Balmmer (CEO da Microsoft), Sergey Brin e Larry Page (fundadores do Google), William Hewlett e David Packard (fundadores da HP) e Jerry Yang (fundador da Yahoo). Além de Stanford, outras duas universidades se destacam no cenário do Vale do Silício &#8211; a <strong>San Jose State University</strong> e a <strong>Santa Clara University</strong>.</p>
<p>Em Florianópolis, a Universidade Federal de Santa Catarina (<a href="http://www.ufsc.br" target="_blank">UFSC</a>), que completa 50 anos em 2010, tem cumprido um papel importante não só como formadora de mão de obra para o setor tecnológico, como também de geração de empreendedores em empresas de base tecnológica, que surgem de projetos de conclusão de curso, dissertações e teses. </p>
<p>A UFSC é avaliada como uma das melhores universidades do país, sendo recentemente apontada como a quinta instituição do Brasil em geração de conteúdo científico na internet (Webometrics). São mais de 20 mil alunos na graduação e 9 mil na pós-graduação. </p>
<p>Alguns desafios ainda precisam ser ultrapassados e extrapolam a realidade local de Florianópolis: 90% dos doutores americanos estão nas empresas, em departamentos de pesquisa, desenvolvimento e inovação; já no Brasil, a mesma proporção está na universidade, desenvolvido atividades de ensino e pesquisa, ainda com pouca interação com as empresas.</p>
<h2>2) Universidades e institutos de pesquisa que interajam com eficácia com a indústria</h2>
<p>Diversos institutos de pesquisa orbitam a Stanford University, como o Stanford Research Institute e o SLAC National Accelerator Laboratory. </p>
<p>A missão destas instituições é descobrir e aplicar a ciência e tecnologia para gerar conhecimento e negócios. Agências de governo, fundações e a própria indústria americana são seus principais clientes, licenciando tecnologia, desenvolvendo parcerias estratégicas com diversas organizações e criando empresas spin-off. </p>
<p>Na capital catarinense, a <strong>UFSC</strong> cumpre grande parte deste papel e tem sido uma aliada na pesquisa e desenvolvimento para grandes companhias brasileiras como a Embraco, WEG, Petrobras, Natura, Tractebel e Embraer. Estas empresas mantém laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, desenvolvendo parcerias e transferências de tecnologia constante.</p>
<p>Como fundação de apoio, a <a href="http://www.feesc.org.br" target="_blank">FEESC</a> surge como o principal elo entre a indústria e a universidade. Além disso, a <a href="http://www.certi.org.br" target="_blank">Fundação Certi</a> é <a href="http://tisc.com.br/inovacao/catarinenses-vencem-etapa-nacional-do-premio-finep-2009/">destaque nacional</a> como centro de pesquisa de novas tecnologias e de sistemas e produtos na área de mecatrônica.</p>
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		<title>A receita para um Vale do Silício tupiniquim</title>
		<link>http://tisc.com.br/editorial/a-receita-para-um-vale-do-silicio-tupiniquim/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 16:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[William F. Miller é uma das principais figuras do Vale do Silício, região americana no estado da Califórnia destaque mundial como berço das principais empresas de tecnologia do mundo.
Ex-reitor e atual co-diretor do Programa de Regiões Inovadoras e Empreendedorismo da Universidade de Stanford, Miller esteve recentemente em Florianópolis (SC) para participar de um evento internacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/valedosilicio.jpg" alt="" title="Vale do Silício tupiniquim?" width="200" height="200" class="alignright size-full wp-image-2650" /><a href="http://sprie.stanford.edu/people/williamfmiller/" target="_blank">William F. Miller</a> é uma das principais figuras do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Sil%C3%ADcio" target="_blank">Vale do Silício</a>, região americana no estado da Califórnia destaque mundial como berço das principais empresas de tecnologia do mundo.</p>
<p>Ex-reitor e atual co-diretor do Programa de Regiões Inovadoras e Empreendedorismo da<a href="http://www.stanford.edu" target="_blank"> Universidade de Stanford</a>, Miller <a href="http://tisc.com.br/eventos/liderancas-mundiais-debatem-empreendedorismo-inovador-em-sc/" target="_blank">esteve recentemente</a> em Florianópolis (SC) para participar de um evento internacional de empreendedorismo e inovação. Em sua participação, o senhor de 83 anos, que acompanhou de perto e participou ativamente de todo o desenvolvimento do Vale do Silício, apontou 14 características chaves para a criação de um habitat ideal de inovação e empreendedorismo.<span id="more-2643"></span></p>
<p><img class="size-full wp-image-1969  alignright" title="William F. Miller. Crédito: Stanford University" src="http://tisc.com.br/media/uploads/william_f_miller.jpg" alt="William F. Miller" width="199" height="255" />Como Florianópolis tem sido propalada pela mídia internacional &#8211; <a href="http://tisc.com.br/negocios/bbc-world-aponta-florianopolis-como-o-vale-do-silicio-na-america-do-sul/">a inglesa BBC</a> e <a href="http://tisc.com.br/notas/floripa-na-midia-italiana/">o italiano Corriere della Sera</a> &#8211; como o <em>Sillicon Valley</em> da América do Sul, resolvemos analisar os 14 aspectos apontados por Miller e situar a capital catarinense neste contexto. São os recursos básicos para o desenvolvimento de uma economia de alta tecnologia, que envolva pesquisa, intensa atividade empreendedora e um habitat com ambiente social e político que facilite a inovação e o desenvolvimento de empresas.</p>
<blockquote><p><em>Se você tem um bom solo e ambiente para crescimento de uma planta, você certamente colherá bons frutos e resultados. Em um habitat de inovação, a mesma situação ocorre.</em></p>
<p>Willliam F. Miller, Universidade de Stanford</p></blockquote>
<p>Nos próximos dias iremos publicar aqui no <strong>TI Santa Catarina</strong> a nossa visão sobre os 14 aspectos levantados por Miller. Serão 14 posts para introduzirmos os assuntos e, juntos, debatermos alternativas e a viabilidade do polo tecnológico de Florianópolis na perspectiva internacional. Confira:</p>
<p style="padding-left: 30px;">1) <a href="http://tisc.com.br/tecnologia/vale-do-silicio-tupiniquim-o-papel-da-universidade/">Intensidade de conhecimento</a><br />
2) <a href="http://tisc.com.br/tecnologia/vale-do-silicio-tupiniquim-o-papel-da-universidade/">Universidades e institutos de pesquisa que interajam com eficácia com a indústria</a><br />
3) <a href="http://tisc.com.br/tecnologia/vale-do-silicio-tupiniquim-flexibilidade-das-leis-trabalhistas/">Políticas trabalhistas favoráveis</a><br />
4) <a href="http://tisc.com.br/tecnologia/vale-do-silicio-tupiniquim-flexibilidade-das-leis-trabalhistas/">Resultados orientados pela meritocracia</a><br />
5) <a href="http://tisc.com.br/tecnologia/vale-do-silicio-tupiniquim-flexibilidade-das-leis-trabalhistas/">Flexibilidade e trabalho móvel</a><br />
6) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-cultura-inovadora-e-empreendedora/">Clima favorável para o risco empresarial e tolerância aos erros</a><br />
7) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-cultura-inovadora-e-empreendedora/">Conhecimento em capital de risco</a><br />
8) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-ambientes-abertos-e-colaborativos/">Ambiente de negócios aberto</a><br />
9) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-ambientes-abertos-e-colaborativos/">Ambiente de colaboração</a><br />
10) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-especialistas-qualidade-de-vida-e-pensar-global/">Especialistas de negócios</a><br />
11) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-especialistas-qualidade-de-vida-e-pensar-global/">Alta qualidade de vida</a><br />
12) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-especialistas-qualidade-de-vida-e-pensar-global/">Conexões globais</a><br />
13) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-multi-clusters-e-liderancas-transformadoras/">Poder de multi-clusters dentro do ambiente de inovação</a><br />
14) <a href="http://tisc.com.br/editorial/vale-do-silicio-tupiniquim-multi-clusters-e-liderancas-transformadoras/">Liderança para transformar</a></p>
<p>Acompanhe nos próximos dias a publicação dos mini-artigos, com cada um destes aspectos.</p>
<img src="http://tisc.com.br/?ak_action=api_record_view&id=2643&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>O laser que cega nossos governantes</title>
		<link>http://tisc.com.br/editorial/o-laser-que-cega-nossos-governantes/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 14:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde que criei o blog TI Santa Catarina, em maio do ano passado, nunca usei o espaço Editorial para tecer algumas opiniões minhas sobre o mercado de tecnologia catarinense. Penso sempre em cumprir o objetivo de valorizar as soluções que aqui desenvolvemos &#8211; intenção principal deste ambiente.
Lendo uma reportagem desta quinta no Diário Catarinense feita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que criei o <strong>blog TI Santa Catarina</strong>, em <a href="http://tisc.com.br/editorial/sc-ganha-blog-sobre-o-setor-de-tecnologia/">maio do ano passado</a>, nunca usei o espaço <a href="http://tisc.com.br/categoria/editorial/">Editorial</a> para tecer algumas opiniões minhas sobre o mercado de tecnologia catarinense. Penso sempre em cumprir o objetivo de valorizar as soluções que aqui desenvolvemos &#8211; intenção principal deste ambiente.</p>
<p>Lendo uma <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#038;local=18&#038;source=a2791154.xml&#038;template=3898.dwt&#038;edition=13999&#038;section=129" target="_blank">reportagem desta quinta</a> no Diário Catarinense feita pelo colega Renato Igor, que acompanha comitiva do governo catarinense pela Europa, me senti na obrigação de trazer esta discussão para cá.</p>
<p><img src="http://tisc.com.br/media/uploads/laser.jpg" alt="" title="Laser. Crédito: sxc.hu" width="468" height="119" class="aligncenter size-full wp-image-2561" /><span id="more-2558"></span></p>
<p>Na matéria, o repórter destaca iniciativa de um grupo italiano que atua no desenvolvimento de equipamentos com tecnologia laser em produzir no Brasil máquinas para a área da saúde. O equipamento da <strong>Cutlite do Brasil</strong>, que pertence ao <a href="http://www.elengroup.com/" target="_blank">Grupo El.En</a>, é aplicado em cirurgias cardíacas, aplicação odontológica, estética e dermatológica.</p>
<p>O atual governador catarinense, Luiz Henrique da Silveira, ex-ministro de C&#038;T do Brasil, tem se destacado em seus sete anos de administração por suas viagens internacionais &#8211; muitas delas com o objetivo de atrair investimentos para o Estado. Nobre iniciativa, porém deve ser analisada sob uma outra ótica (a do laser).</p>
<p>Quando o Grupo El.En resolveu se instalar no Brasil, mais especificamente em Blumenau, incentivado pelo governo, publiquei <a href="http://lossio.com.br/2007/07/22/laser-nacional-concorrente-internacional/">no meu blog pessoal</a> um post que comentava a iniciativa. Santa Catarina tem um dos principais polos nacionais de empresas que atuam no desenvolvimento de equipamentos dotados da tecnologia laser. São empresas como <a href="http://www.futurize.ind.br" target="_blank">Futurize</a>, <a href="http://www.range.com.br" target="_blank">Range</a>, <a href="http://www.automatisa.com.br" target="_blank">Automatisa</a>, <a href="http://www.wellelaser.com.br" target="_blank">Welle Laser</a>, que desenvolvem máquinas de corte e gravação a laser para diversos segmentos de mercado, além de desenvolver projetos de equipamentos e consultorias nesta área, não só para o Brasil, como também para outros países.</p>
<p>Sem conhecer este esforço empreendedor deste pequeno grupo de empresas, o governo catarinense resolve trazer para o Estado, inclusive com incentivos fiscais por meio de mecanismos como o PRODEC, um grupo para simplesmente concorrer com empresas catarinenses não só no mercado de atuação, como também na disputa por profissionais que atuam nesta área, muitos deles formados pelas próprias companhias do Estado. Além disso, incentiva a mera produção de máquinas cuja tecnologia e pesquisa, acredito, foram em grande parte realizadas em terras italianas.</p>
<p>A instalação dos italianos em Blumenau para fabricação de máquinas de corte e gravação é estratégica, afinal, é no Vale do Itajaí que temos um grande polo têxtil, de expressão nacional. Este segmento tem utilizado o laser para corte de etiquetas, marcação em tecidos, dentre outras aplicações &#8211; mercado até então dominado por grande parte das nossas empresas. </p>
<p>Pode-se dizer que nossas empresas ainda não atuam com equipamentos laser com aplicações na área da saúde. Mas certamente as catarinenses, já detentoras da tecnologia laser, se beneficiadas por editais públicos de fomento à pesquisa, facilmente poderiam atuar neste mercado, desenvolvendo inteligência local por meio de parcerias com instituições de referência como é a própria Universidade Federal de Santa Catarina.</p>
<p>Outra alternativa seria o incentivo a criação de <em>joint-ventures</em> entre empresas nacionais e grupos internacionais, dotados de recursos para investimentos e interessados no mercado brasileiro. Esta seria uma solução para incentivar a indústria local &#8211; especialmente em tecnologias que o Estado ainda não domina e que sejam complementares as desenvolvidas aqui.</p>
<p>Incentivar forasteiras a virem para cá, dando incentivos, é ser desleal com as catarinenses que nasceram, em grande parte, nas nossas incubadoras e de pesquisadores de nossas universidades. Que as condições sejam, no mínimo, iguais às que vem de fora e, de preferência, melhores.</p>
<p>É isso! Basta uma cirurgia a laser nos olhos míopes dos nossos governantes para que percebam que no nosso quintal já temos tecnologia que rende frutos por todo o nosso país e por muitos países das Américas e Europa.</p>
<p><strong>Rodrigo Lóssio</strong><br />
<em>Editor executivo do TI Santa Catarina, entuasiasta da tecnologia catarinense</em></p>
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		<title>Quer trabalhar com TI em Santa Catarina?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Lóssio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Procura-se desenvolvedor web, programador C++ e PHP, analista de sistemas&#8230; Basta uma rápida folheada nos classificados de jornais catarinenses para perceber que oportunidades no setor tecnológico não faltam. Na internet, nos mais diversos portais de RH, sobram vagas e, segundo as entidades do setor, faltam profissionais.
Com o objetivo de ajudar quem procura talentos e aqueles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1873" title="Kombo" src="http://tisc.com.br/media/uploads/cubinho1.gif" alt="Kombo" width="251" height="177" />Procura-se desenvolvedor web, programador C++ e PHP, analista de sistemas&#8230; Basta uma rápida folheada nos classificados de jornais catarinenses para perceber que oportunidades no setor tecnológico não faltam. Na internet, nos mais diversos portais de RH, sobram vagas e, segundo as entidades do setor, faltam profissionais.</p>
<p>Com o objetivo de ajudar quem procura talentos e aqueles que buscam uma oportunidade para trabalhar neste promissor segmento, o blog <strong>TI Santa Catarina</strong> fechou há algumas semanas uma parceria com a empresa catarinense <a href="http://www.kombo.com.br" target="_blank">Kombo</a>, desenvolvedora de soluções para gestão de pessoas. Empresas podem <a href="http://tisc.com.br/vagas/" target="_blank">anunciar suas vagas</a> para a comunidade de leitores do blog e os profissionais podem fazer do TISC sua vitrine profissional, <a href="http://tisc.com.br/curriculos">cadastrando seus currículos</a>. A iniciativa faz parte do objetivo do blog em valorizar soluções e projetos catarinenses.<span id="more-1866"></span></p>
<p><a href="http://www.kombo.com.br"><img class="alignright size-full wp-image-1870" title="Kombo" src="http://tisc.com.br/media/uploads/kombo.jpg" alt="Kombo" width="206" height="54" /></a>Desde que disponibilizamos na coluna ao lado o <em>widget</em> com as vagas disponíveis para profissionais de TI em empresas Santa Catarina, cerca de 50 currículos já foram cadastrados, com pouca divulgação. Todas as vagas anunciadas são de empresas que utilizam a ferramenta da <strong>Kombo</strong> para fazer recrutamento e seleção de candidatos. Ambos os cadastros &#8211; tanto para as empresas, quanto para profissionais -, são gratuitos.</p>
<p><strong>Currículo 2.0</strong><br />
<a href="http://tisc.com.br/curriculos"><img class="alignright size-full wp-image-1871" title="Currículo 2.0" src="http://tisc.com.br/media/uploads/curriculo20.jpg" alt="Currículo 2.0" width="211" height="101" /></a>Um <a href="http://blog.kombo.com.br/empresa/2009/09/02/tecnologia-torna-curriculo-mais-dinamico/" target="_blank">currículo com recursos da web 2.0</a> torna a ferramenta ainda mais dinâmica e amplia as possibilidades dos candidatos ao buscar uma oportunidade de emprego. Por meio deste currículo, o candidato pode agregar seu portfólio pessoal, trabalhos acadêmicos, fotografias e vídeos, eletronicamente. No setor de TI, profissionais que trabalham com design de interfaces, por exemplo, podem se beneficiar com este novo recurso, disponível também para quem se cadastrar no TISC.</p>
<p><strong>Conheça o sistema Kombo</strong><br />
A solução de Recrutamento e Seleção da Kombo, disponível gratuitamente para empresas que se <a href="http://tisc.com.br/vagas">cadastrarem</a>, oferece as seguintes funcionalidades:</p>
<ul>
<li>Fazer busca avançada com diversos filtros;</li>
<li>Visualizar relatórios de vagas e currículos;</li>
<li>Receber email quando algum candidato se interessa na sua vaga;</li>
<li>Consultar mais de 500 dinâmicas de grupo;</li>
<li>Acessar as principais funções por atalhos na página inicial;</li>
<li>Disponibilizar site próprio de divulgação de vagas e cadastro de currículo com tema neutro para candidatos;</li>
<li>Colocar sua logo para aparecer na divulgação de vagas.</li>
</ul>
<p>A Kombo oferece ainda algumas funcionalidades extras que são comercializadas por meio de pacotes de créditos e podem ser compradas online, dentro do sistema, de acordo com a necessidade de cada negócio. Confira:</p>
<ul>
<li>Visualização de currículos da Kombo: Visualize os currículos do banco da Kombo interessantes para você e aumente as chances de encontrar o candidato ideal!</li>
<li>Banco de talentos: Crie seu próprio banco de talentos e encontre-os facilmente quando precisar.</li>
<li>Observação em currículos: Registre as principais impressões dos candidatos e consulte sempre que necessário, agilizando seu processo seletivo.</li>
</ul>
<p>Empresas catarinenses como <a href="http://www.digitro.com.br" target="_blank">Dígitro</a>, <a href="http://www.neogrid.com.br" target="_blank">Neogrid</a>, <a href="http://www.neogestaodepessoas.com.br" target="_blank">Neo Gestão de Pessoas</a>, <a href="http://www.suntech.com.br" target="_blank">Suntech</a>, <a href="http://www.hoplon.com.br" target="_blank">Hoplon</a>, <a href="http://www.komeco.com.br" target="_blank">Komeco</a>, dentre outras, já <a href="http://www.kombo.com.br/empresa/clientes" target="_blank">são clientes</a> das soluções <strong>Kombo</strong> e anunciam vagas para o segmento de tecnologia, que são divulgadas aqui no <strong>TI Santa Catarina</strong>.</p>
<p><strong>Conheça a Kombo</strong><br />
A <strong>Kombo</strong> é uma empresa catarinense, desenvolvedora de softwares de gestão de recursos humanos. Sua proposta é tornar o RH menos operacional e mais estratégico para as empresas. A empresa está ligada ao MIDI Tecnológico, incubadora mantida pelo <a href="http://www.sebrae-sc.com.br" target="_blank">Sebrae-SC</a> e gerenciada pela <a href="http://www.acate.com.br" target="_blank">ACATE</a>.</p>
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